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Se o PSDB lançar Bruno Araújo como candidato, ele disputará prévias com Elias Gomes

Desde o seu nascimento, em 1988, o PSDB notabilizou-se como um “partido de quadros”, mas geralmente se divide nas eleições presidenciais. É o que deve ocorrer de novo nas eleições do próximo ano. Como principal partido de oposição ao PT, seria a “bola da vez” para chegar ao Palácio do Planalto em 2018, mas terá primeiramente que enfrentar algumas turbulências. A principal delas é em São Paulo onde brigam para ser candidato a presidente o governador Geraldo Alckmin e o prefeito da capital João Dória. Nesses casos, o estatuto do partido determina a realização de prévias, o que já ocorreu em 2016 quando se apresentaram como candidatos a prefeito o próprio Doria e o ex-vereador Andrea Matarazzo, sendo que o primeiro levou a melhor. Prévias deverão ocorrer também em Pernambuco se o partido decidir lançar o ministro Bruno Araújo para disputar o governo estadual. O adversário interno será o ex-prefeito de Jaboatão, Elias Gomes, o primeiro a se apresentar ao partido como candidato juntamente com um pré-programa de governo para ser debatido pelos correligionários.

Da toga para a política

Natural de Exu, o juiz federal Odilon Oliveira, que atuava em Campo Grande (MS), requereu aposentadoria após 40 anos de trabalho. Como é uma figura popularíssima naquele Estado, por ter decretado a prisão de narcotraficantes famosos como Fernandinho Beira-Mar, por exemplo, recebeu convite do PDT para se candidatar a governador e deverá filiar-se no dia 9/11. Seu filho caçula, Odilon Júnior, que já é vereador pelo partido, quer que o pai entre na política.

Limpo – Do deputado Sílvio Costa (Avante) explicando por que não teve medo de enfrentar o então todo poderoso presidente da Câmara, Eduardo Cunha, chamando-o de “bandido” quando ninguém tinha coragem de fazê-lo: “É que eu faço política com dignidade e não tenho rabo de palha. Se tivesse, meus adversários já tiram tocado fogo nele (rabo) há muito tempo”.

História – O deputado Romário Dias (PSD) está sendo aconselhando por amigos a escrever as suas memórias. Ele tem muito a contar sobre os governos de Moura Cavalcanti, Roberto Magalhães, Gustavo Krause e Joaquim Francisco, nos quais trabalhou, além de suas três passagens pela presidência da Assembleia Legislativa.

Montagem – A oposição ao governo Paulo Câmara deverá ir às ruas no próximo ano com os senadores Armando Monteiro (PTB), Fernando Bezerra (PMDB) e Humberto Costa (PT), os ministros Bruno Araújo (PSDB), Mendonça Filho (DEM) e Fernando Filho (PSB) e os ex-governadores João Lyra Neto e Joaquim Francisco. O problema é juntar tudo num palanque só.

Reserva – Adjunto da Casa Civil, José Francisco Cavalcanti Neto (“Zé Neto”) é a humildade em pessoa, embora seja um dos mais influentes auxiliares do governador Paulo Câmara. Ele só será “reserva” de Nilton Mota até abril do próximo ano. Em seguida, o substituirá.

Pressão – É grande a pressão do ex-presidente Lula para que o PT lance seus melhores quadros para disputar vaga na Câmara Federal em 2018. Em Pernambuco, até agora, apenas o senador Humberto Costa topa esse desafio. O ex-prefeito João Paulo seria outra opção, mas quer ser deputado estadual.


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