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Coluna Fogo Cruzado – 21 de dezembro de 2017

O destino natural de Jarbas seria o PSDB, caso esse partido não tivesse ido para a oposição

Partindo-se da premissa de que Jarbas Vasconcelos vai mesmo perder o controle do PMDB-PE para o senador Fernando Bezerra, é provável que ele e seu grupo político já estejam em busca de um “Plano B” por mais que neguem esta alternativa. O grupo é formado por dois deputados federais (o próprio Jarbas e Kaio Maniçoba) e três estaduais (Tony Gel, Ricardo Costa e Gustavo Negromonte). E como todos vão disputar a reeleição no próximo ano, terão que estar filiados a um novo partido até abril de 2018. Isso vale também para o vice-governador Raul Henry, que vai disputar uma vaga na Câmara Federal. O destino natural de todos seria o PSDB dado o compromisso de Jarbas com Geraldo Alckmin na próxima eleição presidencial. Todavia, essa hipótese está descartada porque os tucanos de Pernambuco trocaram de lado. Deixaram a base política do governador Paulo Câmara e foram para a oposição. As outras alternativas são PSB, PPS e PSD, não necessariamente nessa ordem. O PSB é pouco provável porque Jarbas é muito maior, politicamente, do que Paulo Câmara, o que torna essa filiação desinteressante para muitos socialistas. O PPS tem pouca expressão e por isso não sensibilizaria os peemedebistas. Restaria por exclusão o PSD, presidido regionalmente pelo deputado André de Paula, que receberia todos de braços abertos sem causar nenhum efeito colateral.

Ato político nacional

O senador Fernando Bezerra pretende transformar sua posse na presidência do PMDB-PE num ato político de dimensão nacional. Serão convidados deputados federais, senadores, ministros, governadores e até o presidente Michel Temer. Ele diz que “juridicamente” a batalha está ganha porque a Justiça Eleitoral não se envolve em questões internas dos partidos políticos.

Intervenção – Com os votos de 325 convencionais, o PMDB alterou anteontem o seu estatuto para permitir que intervenção nos diretórios estaduais possa ser feita pela executiva nacional. Antes, só quem poderia intervir era o “conselho político” do partido, que constava do estatuto mas nunca se reuniu.

Decisão – Ninguém de sã consciência imaginaria que o senador Romero Jucá teria coragem de intervir no PMDB-PE para afastar do comando do partido o deputado Jarbas Vasconcelos. Jucá não só está decidido a intervir como anunciou anteontem que fará a intervenção no inicio do ano. Outros dirigentes ensaiaram fazer isto. Mas, diante do “peso político” de Jarbas, recuaram.

O futuro – Não se sabe ainda se o ex-governador João Lyra Neto (PSDB) tem projeto político para 2018. Mas, se depender da filha, Raquel (PSDB), prefeita de Caruaru, ele disputará uma cadeira na Câmara Federal. Já o ex-governador Joaquim Francisco (PSDB) segue consultando os amigos sobre a conveniência de disputar ou não um mandato de deputado federal.

Campanha – Júlio Lossio (PMDB), ex-prefeito de Petrolina, levou sua campanha “Pernambuco pode mais” ao município de Bodocó e lá foi recebido por um ilustre filho da terra: o cantor e compositor Flávio Leandro. Lossio tem suas origens naquele município, que tem a segunda maior bacia leiteira do Estado.

 


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