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Coluna Fogo Cruzado – 28 de dezembro

Em 2012, Geraldo Júlio foi apresentado pelo PSB aos eleitores do Recife como um “técnico” qualificado para fazer transformações na cidade de que o PT não fora capaz. Oriundo do TCE, ele acumulara experiência administrativa como assessor das prefeituras de Paulista e Petrolina e, posteriormente, como secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do governo Eduardo Campos. Com a morte do ex-governador tomou gosto pela política. Até porque, como prefeito da capital pela segunda vez, tornou-se o candidato natural do partido à sucessão estadual em 2022. Hoje, inteiramente familiarizado com a política, o prefeito se permitiu – em entrevista à Rádio Folha – emitir opiniões sensatas sobre a eleição presidencial do próximo ano. Foi certeiro, por exemplo, ao declarar que não acredita na candidatura do ex-ministro Joaquim Barbosa pelo seu partido. E que falta um candidato a presidente da República que “anime” o país. Joaquim Barbosa recebeu convite da cúpula nacional do PSB para se filiar ao partido e ficou de dar uma resposta no próximo mês de março, que deverá ser “não”. E o candidato que “anime” o país ainda não apareceu. Lula lidera a corrida eleitoral com 34% de intenções de voto, mas está mais para dividi-lo entre “lulistas” e “antilulistas” do que para “animá-lo”.

Quando fevereiro chegar

Desconfortável no PSDB-PE, por achar que o presidente Bruno Araújo “só faz o que quer”, o deputado Daniel Coelho marcou para fevereiro o anúncio do seu futuro partidário. A decisão de sair do partido ainda não está tomada, mas a probabilidade de ficar é mínima. Sua tendência, hoje, é abrigar-se num partido que examine a possibilidade de candidatá-lo a senador.

Aliança – Caso vença a disputa pelo controle do PMDB regional, o senador Fernando Bezerra Coelho será candidato a governador e convidará o deputado estadual André Ferreira (PSC) para ser um dos candidatos a senador em sua chapa, exatamente como pretende o irmão, Anderson (PR), prefeito de Jaboatão dos Guararapes.

Chantagem – Ao condicionar a liberação de recursos para os estados ao apoio dos governadores à reforma da previdência, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo da Previdência da República) esqueceu de uma coisa: foi-se o tempo em que os governadores controlavam os votos de suas bancadas federais. Hoje, cada deputado é dono do seu nariz.

Insistência – O deputado Sílvio Costa (Avante) continua insistindo na unidade das esquerdas pernambucanas (exceto o PSB) em torno da candidatura do senador Armando Monteiro (PTB) ao governo estadual. Diz que não cabe o PSB nesse palanque porque o partido apoiou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Arquivo – José Queiroz (PDT), ex-prefeito de Caruaru, arquivou o projeto de disputar uma vaga de senador nas eleições do próximo ano. Mas poderá candidatar-se a deputado estadual. Já o empresário Toninho Rodrigues (PMDB), filho do deputado estadual Tony Gel, recebe pressão de amigos para candidatar-se a deputado federal.

Garantia – Tendo recebido de Paulo Câmara, “de presente”, o mandato de deputado federal, ainda que na condição de suplente, o ministro Raul Jungmann (PPS) passaria à história como “ingrato” se porventura não apoiasse a reeleição do governador. O apoio está fechado com o aval do presidente Roberto Freire.


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