Pesquisa no Google

 
bove=""

 

Transbraz

CLIQUE AQUI E ACESSE O SITE!

O Centenário

Informatic Center

Dr. Gilson Brito

Vêronica alexandre

Dr. Júnior Prata

Costa Lira

ASB Imobiliária

Dr. Roberto Calumbí

Curta o Blog no Facebook

Login Form

Coluna Fogo Cruzado – 2 de janeiro de 2018

Marina Silva, Ciro Gomes e Álvaro Dias se ressentem de palanques regionais

O ex-presidente Lula e o deputado Bolsonaro entraram em 2018 com metade dos eleitores querendo votar neles para presidente da República. Ambos têm, somados, 51% das intenções de voto, segundo o Datafolha. Significa que uma banda do país praticamente já se definiu por eles. A outra metade está reservada para Marina, Geraldo Alckmin, Ciro Gomes e Álvaro Dias, além de candidatos nanicos que eventualmente surgirem. Juntos, esses candidatos teriam hoje cerca de 30% dos votos válidos porque os outros 20% iriam para abstenção, brancos e nulos. Por aí se nota que há um espaço estreito para o crescimento do “centro democrático”. Lula ocupa quase que sozinho o espaço da esquerda, e Bolsonaro o espaço da direita. O voto do petista é o mais consolidado e ele deverá mantê-lo, a menos que a Justiça o impeça de ser candidato. Já o voto de Bolsonaro ainda não está cristalizado. Por isso pode perder terreno para Alckmin se não mostrar preparo nos debates. Marina deverá ficar com o que já tem, até por falta de palanques regionais, sendo este também o drama de Ciro Gomes e Álvaro Dias. Ambos são políticos respeitáveis e com passagens bem sucedidas pelos governos dos seus estados. Contudo, por falta de alianças regionais, o vôo poderá ser mais curto do que ambos imaginam.

A cobiça pelo PEN

Depois que Bolsonaro entrou na disputa pela sucessão de Temer, o PEN (futuro “Patriotas”) passou a ser alvo de cobiça em vários estados. Em Minas, o partido era disputado por dois grupos. Bolsonaro foi obrigado a intervir para evitar um racha. Em Pernambuco, o partido saiu do controle do vereador David Muniz e foi para as mãos do empresário Sílvio Nascimento.

É Queiroz! – Para garantir a presença de Caruaru em sua chapa, o governador Paulo Câmara poderá convidar o ex-prefeito José Queiroz (PDT) para ser candidato a senador pela Frente Popular. O nome foi sugerido ao governador por Carlos Lupi, presidente nacional do partido.

Adversidades – O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que entrou na política na década de 70 pelas mãos de Marco Maciel, terá uma reeleição dificílima no Estado de Roraima, mesmo tendo o apoio da prefeita da capital (Boa Vista), Teresa Surita (PMDB), com quem foi casado.

Dúvida – Apesar de filiado ao PT, o governador do Ceará, Camilo Santana, apoiará Ciro Gomes (PDT) para presidente da República, e não Lula. Em 2002, o então governador Tasso Jereissati (PSDB) também apoiou Ciro, e não José Serra, que era o candidato do seu partido.

Dúvida – Aumentou a dúvida na cabeça dos petistas pernambucanos depois que o economista Maurício Romão publicou um artigo mostrando que se o partido não tivesse feito coligação com o PTB em 2014 teria elegido dois deputados federais: Mozart Sales e João da Costa. A dúvida hoje é: coliga ou sai sozinho?

Resgate – O prefeito Anderson Ferreira (PR) marcou um tento precioso em Jaboatão dos Guararapes ao resgatar o “réveillon” da praia de Candeias, interrompido na gestão do seu antecessor Elias Gomes (PSDB). Além de muito bem organizado, o evento atraiu para a orla mais de 50 mil pessoas.

Motim – O modelo de organização dos PMs do RN, que se encontram aquartelados desde a semana passada, é o mesmo de Pernambuco. Já que a Constituição lhes veda o direito à sindicalização e à greve, eles criaram uma associação. Que, na prática, funciona como sindicato.


Copyright © 2017. All Rights Reserved.