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Coluna Fogo Cruzado –

Manter hospitais em funcionamento é muito mais difícil do que construí-los

Inspirado em Eduardo Campos, que prometeu fazer, e fez, três hospitais metropolitanos – um em Paulista (Miguel Arraes), outro no Cabo (Dom Hélder Câmara) e o terceiro na entrada do Recife (BR-232), o então candidato Paulo Câmara também prometeu em 2014 construir quatro hospitais regionais nas cidades de Petrolina, Serra Talhada, Caruaru e Garanhuns. Não conseguiu fazer nenhum em decorrência da crise. Mas ontem, no apagar das luzes do mandato, esteve em Serra Talhada e autorizou o início das obras do Hospital Geral do Sertão, onde investirá 35 milhões. Este novo hospital foi concebido para atender 10 municípios da região com cinco salas de cirurgia e 10 leitos de UTI, com possibilidade de duplicação se for necessário. Nada contra a construção de novos hospitais no interior, onde os serviços de saúde geralmente são precários. Mas será que o Governo do Estado dispõe de recursos para bancar essas novas unidades, sabendo-se que as atuais deixam muito a desejar exatamente por falta de médicos, leitos e equipamentos? A experiência em Pernambuco tem mostrado que construir novos hospitais até que não é tão difícil. Arranja-se uma verba no Ministério da Saúde para iniciá-lo e depois uma emenda parlamentar para construí-lo. O difícil é mantê-los, tal qual acontece hoje com as UPAs. Algumas estão prontas mas não funcionam, exatamente por falta de recursos.

O custo da saúde

Mais um exemplo de que saúde custa caro são as ambulâncias do SAMU entregues a prefeituras no governo Dilma. Muitas estão paradas porque os municípios, isoladamente, não têm como arcar com os seus custos. Pelo convênio, a União entraria com 40% da despesa, o Estado com 30% e o município com 20%. Só que os dois primeiros não cumprem sua obrigação.

O vice – Mesmo sem mover uma palha, o ministro Mendonça Filho começa a ter o nome lembrado para compor a chapa de Alckmin (PSDB) como candidato a vice-presidente da República. A 1ª opção do tucano seria o prefeito de Salvador, ACM Neto, e a 2ª o deputado Rodrigo Maia, mas ambos descartam. Mendonça seria a bola da vez, caso se confirme a aliança DEM-PSDB.

Estímulo – Madalena Brito (PSB), prefeita de Arcoverde, recebe apelo de correligionários para lançar a candidatura de um filho a deputado estadual. Caso o projeto vá adiante, poderá atrapalhar a reeleição de Eduíno Brito (PP). O município tem dois representantes na Alepe: Eduíno e Júlio Cavalcanti (PTB).

Sondagem – O ex-prefeito de Petrolândia, Lourival Simões (PR), começou a ouvir as bases sobre sua candidatura a deputado estadual. Ele já foi parlamentar antes de ser prefeito e começa a sentir saudade da Assembleia Legislativa. Seu maior competidor na região é Rodrigo Novaes (PSD).

Prazo final – O deputado Álvaro Porto só permanecerá no PSD até o início de abril. O partido apoia o governo Paulo Câmara e ele faz oposição. Seu desligamento, amigável, já foi negociado com o presidente André de Paula.

Concorrência – Em pré-campanha para a Câmara Federal, o vice-governador Raul Henry (PMDB) deverá ser apoiado em Caruaru pelo deputado Tony Gel (PMDB). Essa dobradinha renderá ao vice pelo menos 20 mil votos. Tony só não o apoiará se o filho, Toninho, empresário, resolver candidatar-se ao mesmo cargo.


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