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PSDB enterra seu passado para dar apoio a Bolsonaro

Resultado de imagem para psdb e bolsonaroColuna Fogo Cruzado – 6 de dezembro de 2018

Joaquim Francisco e Bruno Araújo representam o PSDB regional no time de Jair Bolsonaro

O ex-governador Joaquim Francisco, em entrevista ao “Roda Viva Pernambuco”, anunciou que o PSDB, ao qual está filiado há cerca de dois anos, resolveu mandar às favas os escrúpulos de consciência e estará na base de apoio ao presidente eleito Jair Bolsonaro. A linguagem do candidato do PSL nada teve a ver com a linguagem de Geraldo Alckmin, que foi o candidato tucano a presidente da República. Muito pelo contrário, Alckmin chegou a compará-lo ao coronel Hugo Chávez, da Venezuela, que produziu o que há de mais atrasado no país vizinho: o presidente Nicolas Maduro. Nada obstante, já no segundo turno da eleição, os três candidatos do PSDB que venceram eleição para governador declararam apoio a Bolsonaro: João Doria (São Paulo), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul), contrariando a opinião do ex-presidente FHC e do senador José Serra, que pregaram a neutralidade. Bolsonaro não reservou nenhuma de suas 20 pastas para os tucanos, mas nem precisou. O partido entrou de corpo e alma no governo, abdicando definitivamente de sua história e do seu passado de legenda que nasceu de uma costela do MDB para defender a social democracia. Joaquim e o deputado Bruno Araújo comandam o pelotão bolsonarista em Pernambuco, que até agora está contemplado apenas na equipe de transição do futuro governo.

Transição republicana

Coube ao empresário Gilson Neto, sobrinho do ex-deputado Gilson Machado, recentemente falecido, indicar Joaquim Francisco e o publicitário Osvaldo Matos para a equipe de transição de Bolsonaro. Joaquim está satisfeito com a indicação e diz que o ambiente no Centro Cultural do Banco do Brasil, no DF, onde Bolsonaro monta o governo, é o mais “republicano” possível.

Duas bandas – A entrada do PSDB no governo Bolsonaro dividirá o partido em duas bandas. Uma liderada pelo governador eleito de SP, João Doria, e outra pelo senador José Serra. O ex-presidente FHC e presidente de honra do partido, contrário à adesão, vai dedicar-se a palestras.

O atraso – Ainda não se cogita no governo Paulo Câmara acordo com os grandes contribuintes de ICMS de Pernambuco para permitir que o Estado possa pagar até o próximo dia 20 o 13º salário dos servidores. O governo Jarbas fez isto em 1999 para pagar folhas em atraso deixadas por Arraes.

O dono – O deputado federal eleito Sílvio Costa Filho (PRB) já é presença garantida na base de apoio a Bolsonaro, apesar de seu pai, Silvio Costa, que não se elegeu senador, ser oposição. Silvinho não reza pela cartilha dele e nem do pai, e sim da Igreja Universal que é a dona do partido.

Sem briga – Até o primeiro governo Lula, era grande a briga nos partidos governistas pela indicação de dirigentes de cargos de 2º escalão na região Nordeste: Chesf, Codevasf, Dnocs, Sudene e BNB. Bolsonaro é presidente eleito há 40 dias e ninguém toca neste assunto.

Desaparelhar – Um dos maiores desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro é “desaparelhar” a máquina pública federal que o PT “aparelhou” nos 14 anos de governos Lula e Dilma. Quem pensa que isso será fácil aguarde o resultado. O PT colocou gente sua em todos os escalões governamentais.

Os critérios que devem ser adotados por Paulo Câmara para o secretariado 

Após a sua vitória em 2014, o governador Paulo Câmara adotou o critério de alinhar algumas pastas do seu governo com as que estavam distribuídas pelo governo federal, na época comandado por Dilma Rousseff. O PR que tinha o ministério dos Transportes ficou com a secretaria dos Transportes, o PSD que tinha o ministério das Cidades emplacou o secretário das Cidades, e assim sucessivamente. Outro critério adotado pelo governador Paulo Câmara foi convocar deputados federais para a sua equipe no sentido de facilitar a interlocução em Brasília na liberação de recursos, por isso Felipe Carreras, Danilo Cabral, André de Paula e Sebastião Oliveira integraram o primeiro escalão do governo e somente Nilton Mota, deputado estadual, foi convocado para a equipe do governador. Com o passar do tempo, acabou que Danilo e André deixaram suas respectivas pastas para reassumirem o mandato em Brasilia, evidenciando que a estratégia não foi tão exitosa assim.

Se naquela ocasião a estratégia tinha uma certa lógica, o mesmo não se repetirá na formação da equipe do segundo governo. De acordo com um parlamentar integrante da base governista, o caminho adotado pelo governador será outro. É provável que o chefe do Palácio do Campo das Princesas faça, além do rodízio de secretarias e a extinção de algumas, a convocação de mais deputados estaduais do que deputados federais. A lógica adotada pelo governo se dá porque os ocupantes da Casa Joaquim Nabuco teriam menos independência do que os deputados federais, fazendo com que o governador tenha um controle maior sobre seus secretários. A outra tese adotada pelo governo é a de não distribuir as secretarias de porteira fechada para um partido, podendo neste futuro governo uma mesma secretaria e seus órgãos subordinados serem distribuídos por várias legendas.

Em se confirmando as estratégias adotadas pelo governador para sua segunda gestão, Paulo Câmara pretende fazer um governo que tenha uma marca própria e que possa representar uma melhora significativa em relação a primeira etapa da sua gestão. Inclusive, deverá ser votada ainda este mês a reforma administrativa que o governador pretende implementar, e isso facilitará a formatação do segundo governo, trazendo mais autonomia para o governador e uma maior dinâmica ao governo para entregar mais resultados aos pernambucanos pelos próximos quatro anos.

Sintonia – Como há um projeto importante sendo visado pelo PSB que é a sucessão de Geraldo Julio em 2020, sobretudo com o nome de João Campos despontando como provável candidato, o prefeito Geraldo Julio e o governador Paulo Câmara farão reformas administrativas em sintonia fina, podendo incluir nomes que serão aproveitados no primeiro escalão municipal que não estarão na equipe do governador.

Despedida – Ao fazer discurso de despedida na Alepe, nesta quarta-feira (05), o deputado federal eleito, Silvio Costa Filho (PRB), destacou que o seu objetivo é trabalhar por Pernambuco, na Câmara Federal, ajudando o Estado em uma pauta programática, neste momento que vive o Brasil, além de fazer um balanço dos doze anos de mandato e fazer agradecimento aos deputados e servidores. Em apartes, 16 deputados governistas e da Oposição, destacaram a liderança de Silvio, além da articulação do parlamentar, na construção de um Pernambuco melhor, a exemplo do líder do Governo, Isaltino Nascimento (PSB), que garantiu que a Alepe está feliz em ter “alguém com capacidade e competência como Silvio, na Câmara Federal”. Além dele, discursaram Waldemar Borges (PSB), Priscila Krause (DEM), o presidente da Casa, Eriberto Medeiros (PP), entre outros parlamentares.

Homenagem – A sessão solene realizada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco em homenagem aos 40 anos de vida pública do deputado Henrique Queiroz foi muito prestigiada por colegas e apoiadores de todo o estado. Henrique deixa a Casa Joaquim Nabuco após dez mandatos ininterruptos como deputado estadual, e vivenciar momentos marcantes da história de Pernambuco como parlamentar.

Diplomação – Ocorre nesta quinta-feira a diplomação dos 49 deputados estaduais, dos 25 federais, do governador e sua vice, e do senador e seus suplentes. Apenas Jarbas Vasconcelos e seus suplentes e Augusto Coutinho e Daniel Coelho tiveram sua diplomação antecipada. Os demais deverão receber seu diploma numa solenidade no Classic Hall a partir das 15 horas.

Contra – O vereador Rinaldo Junior (PRB), líder da bancada da Oposição, votou contra a concessão do título de cidadão recifense para o general Mourão, vice-presidente eleito do Brasil. A Câmara Municipal do Recife aprovou ontem, com 28 votos a favor, o requerimento que concede o título. O vereador Ivan Moraes (PSOL) também votou contra.

Força – É completamente descabida a tentativa de retirar o mandato do deputado estadual Joel da Harpa. Ele teve o registro da sua candidatura aprovado, foi para a eleição e elegeu-se como o segundo mais votado da sua coligação, mais do que dobrando seus votos em relação a 2014. Se houvesse a perda do mandato seria uma das maiores injustiças da história recente da política. Joel mostrou força nas eleições deste ano e merece seguir com seu mandato na Casa Joaquim Nabuco.

Inocente quer saber – Rodrigo Novaes será convocado pelo governador Paulo Câmara para a sua equipe?

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