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PRINCIPIO DE REBELIÃO NA CADEIA PÚBLICA DE SJEGITO, É CONTROLADO PELA PM

No final da manhã dessa quarta-feira(13)  foi marcada por um princípio de  rebelião na Cadeia Pública de São José do Egito, no Sertão de Pernambuco. Segundo informações apuradas  pelo blog, a PM conseguiu controlar o tumulto, os detentos destruíram objetos, mas não queimaram colchões do presídio.

A cadeia tem cerca de 49 detentos. Depois da manifestação, há a possibilidade de que alguns  presos sejam  transferidos para Arcoverde, no Presídio Advogado Brito Alves, na Rebelião de abril do ano passado  os reparos não foram realizados pelo setor de engenharia da secretaria. Não houve registro de feridos durante a confusão.

A Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), responsável pela segurança em cadeias públicas, realizou um revista na cadeia. Há informações de superlotação. A cadeia tem capacidade inferior ao número de detentos no local. As Cadeias Públicas daqui na Cabeça do Pajeú estão todas em péssimas condições de Segurança e humanas ,tanto para os ‘Presos’, como para os Policiais’. A cadeia Pública de SJEgito é uma cadeia antiga , há muitos anos não se faz melhorias  e sempre tem fugas e/ou tentativas. Já em Itapetim, o Ministério Público de Pernambuco, através da promotora de justiça da Comarca de Itapetim, Lorena de Medeiros Santos, fez uma recomendação ao Secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado, para que seja realizada em caráter de urgência uma reforma na Cadeia Pública de Itapetim, que tem hoje cerca de 30 presos, onde a cadeia tem 6 celas , 3 delas estão interditadas, apenas um policial faz a segurança. Em SJEgito, 3 policiais fazem a segurança.

No Parecer do MP a Promotora Drª Lorena disse :”CONSIDERANDO as reais situações da cadeia de Itapetim-PE, dentre as quais: “1) fissuras nas paredes e no teto das celas; 2) ferrolhos e dobradiças das grades das celas danificados; 3) não há cadeados suficientes; 4) fios soltos, alvenaria velha com reboco extremamente fragilizado, portões e grades das janelas que demonstram sinais de vulnerabilidade, onde são notadas rachaduras nas paredes de sustentação, um corredor entre as celas e o muro da cadeia que facilita sobremaneira uma possível transposição em caso de fuga, bem como janela e grade na parte frontal interna da cadeia que pode servir de apoio e acesso ao telhado do estabelecimento e consequentemente à área externa; 5) rede de esgoto com a encanação quebrada, derramando água no interior do pátio externo; 6) presença de baratas e ratos na cozinha e no pátio de banho de sol; 7) Infiltrações, quando de precipitações pluviométricas, por todos os compartimentos;Além dos problemas verificados na estrutura física, não há abastecimento de água suficiente para atender a demanda dos reclusos no que diz respeito a higiene pessoal e higienização das celas onde estão alojados.”

 

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