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UM DOS MAIORES JORNAIS DO MUNDO APONTA COMO BOLSONARO RIDICULARIZOU O BRASIL

A quebra de decoro do presidente Jair Bolsonaro ao compartilhar vídeo de conteúdo obsceno no Twitter recebeu amplo destaque do jornal The Guardian, o mais importante da Inglaterra; “Presidente de extrema-direita do Brasil, Jair Bolsonaro, provocou indignação, nojo e ridicularização depois de tuitar um vídeo pornográfico em uma aparente tentativa de revidar as críticas de seu governo durante o carnaval deste ano”, diz o Guadian  .

“Estarrecedor o conteúdo do vídeo que o presidente Jair Bolsonaro divulgou para mais de 3 milhões de seguidores de todas as idades, inclusive crianças, em resposta aos blocos que o mandaram T.N.C.; um fato inédito em toda a história brasileira”, diz Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia; “Bolsonaro não pode transformar a presidência da República num banheiro de rodoviária” Além de demonstrar desequilíbrio emocional e psíquico para exercer a presidência da República, Jair Bolsonaro também agrediu a jornalista Mônica Waldvogel, da Globonews, no twitter. Numa sequência de tuítes, Mônica afirmou que “falta decoro” a Bolsonaro, ao comentar o vídeo escatológico que ele postou no twitter, em que um homem urina na cabeça de outro, que havia massageado seu ânus. Bolsonaro respondeu: e para vocês, falta o que? Imprensa global está estarrecida com Bolsonaro e oposição cogita pedir seu afastamento. “De Mito a mijo, de Presidente a presidente. Em 2 meses no cargo Bolsonaro se mostra, além de inapto, que não tem absolutamente nenhum respeito ao cargo que ocupa. Protestos no Carnaval serviram para medir a insatisfação com a atual presidência escatológica do Brasil. #Impeachment”, escreveu o jornalista George Marques, em seu twitter. “A cena postada pelo Presidente não é como ele diz “o que tem virado muitos blocos de rua” . Trabalho no carnaval, nas ruas , há décadas e nunca vi nada parecido . Aliás em 60 anos de vida só vi tamanha escatologia neste post. E vi sem escolher… passou na minha TL”, escreveu a jornalista Leilane Neubarth, da Globonews.

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Correspondente na Europa há duas décadas, o jornalista Jamil Chade alertou para a má repercussão no exterior do vídeo obsceno postado pelo presidente Jair Bolsonaro no Twitter; “Estou andando por um corredor da ONU hoje e um embaixador europeu me para e pergunta: foi mesmo o presidente do Brasil quem postou o vídeo ou é uma conta fake?”, escreveu Chade na mesma rede social.