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PRESOS PM E EX-PM ACUSADOS DE SEREM OS ASSASSINOS DE MARIELLE; UM DELES MORA NO CONDOMÍNIO DE BOLSONARO

Marianna Cartaxo / @midianinj: <p>m8 ato mulheres marielle</p>

Foram presos na manhã desta terça no Rio os dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes: o policial militar reformado Ronnie Lessa é acusado de ter feito os disparos e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz é acusado de dirigir o carro que perseguiu Marielle; Lessa mora no mesmo condomínio de Bolsonaro.   “Todo o aparato de inteligência dos militares, do GSI, de Sérgio Moro e dos hackers do Carlucho foi incapaz de identificar que o presidente morava ao lado de um assassino frio? Ninguém detectou o risco gravíssimo que o presidente e sua família passaram? Tem que demitir geral!”, ironizou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), após a polícia do Rio prender dois suspeitos de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL).  A Ex. deputada no Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB) fez a pergunta que há um ano a sociedade e autoridades não têm resposta: “Quem mandou matar Marielle?”, questionou a parlamentar no Facebook, após dois policias serem presos suspeitos de terem matado, em março do ano passado, a então vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL); um deles, o ex-policial Ronnie Lessa, mora no mesmo condomínio do presidente Jair Bolsonaro. Quem disse foi a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), após dois suspeitos serem presos por suposto envolvimento com a morte da ex-vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL); “Um mora no condomínio de Bolsonaro, outro tem sobrenome Queiroz. A princípio não quer dizer nada. Mas os antecedentes da família Bolsonaro, q abrigou um Queiroz e homenageou milicianos, requer investigação criteriosa de possíveis relações”, afirmou. A Anistia Internacional afirmou que a prisão de dois suspeitos de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) é apenas um nó desatado em meio a um universo com “muitas perguntas ainda não respondidas”; segundo a entidade, os dois presos “devem ser levados à Justiça para que, em um julgamento que respeite o devido processo, a eventual responsabilidade criminal seja determinada”

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