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SUZANO É TAPA NA CARA DA POLÍTICA DE ARMAR A POPULAÇÃO

“São de congelar o sangue os gritos de pavor dos adolescentes que se defrotaram com os atiradores em sua escola em Suzano, mostrados em vídeo que já está circulando. Nunca haverá explicação para o que fizeram os dois jovens assassinos, que tinham um revólver calibre 38 e se suicidaram em seguida”, diz Helena Chagas, do Jornalistas pela Democracia; “O massacre de Suzano é um tapa na cara dos que, no poder e fora dele, defendem a liberação do porte e da posse de armas. Se estivesse conectada com a realidade do dia-a-dia dos brasileiros, a oposição já teria começado a convocar manifestações por todo o Brasil para dizer ‘não’ ao armamento da população e ao discurso do ódio que está por trás dele”. Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, usou uma nota curta e seca para afirmar que “lamenta o grave atentado à Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), que provocou o trágico assassinato de crianças e funcionários”; ministro de um governo que defende o uso de armas pela população como forma de coibir a violência, Moro se omite sobre o potencial de tragédias como essa.  Ao comentar a tragédia a tiros numa escola de SP, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que a “responsabilidade do Sr. Jair Bolsonaro é outra, mas que nem de longe é pequena”; “É a de quem tornou-se o animado maestro do coro pró-armas que vai formando cada vez mais sociopatas, que acham que dar tiros é a forma de uma sociedade conviver e “aparar” as divergências”. “O horror é cada vez mais frequente. Horror provocado pela absurda cultura de ódio incitada por certos políticos do país. O que antes só víamos nos noticiários dos EUA agora se repete aqui. Para nossa profunda dor”.

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