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ASSASSINOS PLANEJARAM MASSACRE EM ESCOLA DE SUZANO POR MAIS DE 1 ANO, APONTA INVESTIGAÇÃO

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As investigações preliminares da Polícia Civil de São Paulo apontaram os assassinos de oito pessoas em uma escola da rede estadual em Suzano (SP) planejaram o crime por um mais de um ano; de acordo com os policiais, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, 25, pretendiam matar mais pessoas do que as 13 vítimas fatais do massacre de Columbine, ocorrido em 1999 nos EUA.  “A facilidade para obtenção de armas no Brasil é um dos motivos que ajudam a explicar mais um episódio de ataque numa escola, algo que passou a ocorrer no país com certa frequência nos anos recentes”, diz o jornalista Kennedy Alencar.

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Os atiradores da cidade de Suzano, que promoveram o maior massacre em escola da história de São Paulo, cultuavam armas e frequentavam fóruns extremistas que propagavam racismo, homofobia e xenofobia; um deles, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, idolatrava armas e páginas de extrema-direita nas redes sociais; ele era apoiador do presidente Bolsonaro e teve sua página no Facebook apagada depois do atentado.

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O presidente Jair Bolsonaro disse, em um café com jornalistas nesta quarta-feira (13), que dorme com uma arma ao lado de sua cama, no Palácio da Alvorada; segundo o ex-capitão, há riscos no Alvorada, apesar do esquema forte de segurança; ele reforçou que só consegue dormir com uma arma ao seu lado; Bolsonaro disse ainda que um projeto de lei deve ser enviado ao Congresso tratando do porte de arma; de acordo com ele, a regra não pode ser tão “rígida” como atualmente.  Para especialistas de diversas áreas, a tragédia registrada em uma escola em Suzano, na Grande São Paulo, nesta quarta-feira (13), foi resultante de uma mistura que envolve a valorização de armas como forma de resolução de conflitos, o acesso ao armamento e, ainda, a retórica do discurso político que alimenta a cultura da violência

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