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Continua indefinido o candidato das oposições

Coluna Fogo Cruzado – 26 de abril de 2018

Ficou pronta a pesquisa encomendada pelas oposições para embasar a definição dos seus candidatos a governador, vice e senadores. Ela foi apresentada aos senadores Armando Monteiro e Fernando Bezerra, ao ex-governador João Lyra Neto e aos deputados federais Mendonça Filho e Bruno Araújo. O líder petebista aparece melhor situado que os outros membros da oposição, mas já deixou claro numa reunião coletiva que não faz da candidatura uma obsessão. Tanto pode ser candidato como apoiar qualquer outro nome, inclusive o do deputado federal Fernando Coelho Filho, se este for o entendimento do grupo. A única coisa que pede aos colegas é a manutenção da unidade do bloco, após a definição da chapa majoritária, que só deverá ser anunciada no próximo mês de maio. O bloco aparentemente está unido, mas precisa injetar ânimo nos ex-ministros Mendonça Filho e Bruno Araújo, cujas cabeças estão voltadas para o plano nacional. O primeiro aguarda convite do PSDB para ser o vice de Geraldo Alckmin na eleição presidencial e o segundo estaria inclinado a concorrer à reeleição, e não a um mandato de senador como se chegou a se especular. Numa coisa todos estão de acordo: só se deve anunciar a chapa depois que o governador anunciar a dele.

Oposições só anunciarão sua chapa após a Frente Popular anunciar a dela

Surpresa geral

A maior surpresa na pesquisa encomendada pelas oposições foi a performance da vereadora Marília Arraes (PT) na capital e área metropolitana. Ela tem viabilidade política e eleitoral como “candidata de Lula” ao Governo do Estado, mas precisa ainda convencer o senador Humberto Costa (PT) a abraçar este projeto, arquivando o desejo de se aliar ao PSB.

O desinteresse – Embora esteja “ternurando” o “grupo Ferreira”, Paulo Câmara não vai oferecer uma vaga de senador ao deputado André Ferreira (PSC). O projeto é atrair o grupo para o palanque da reeleição com uma secretaria de estado.

No jogo – Setores do PSB apostam que Eduardo da Fonte (PP) inviabilizou-se como candidato a senador pela Frente Popular depois que passou a ser investigado pelo STF. Mas, pelo peso político que tem hoje (2 deputados federais e 14 estaduais), vai influir na definição da chapa.

De todos – Geraldo Alckmin (PSDB) está convencido de que o Nordeste não é mais “reduto cativo” do PT após a prisão de Lula, e está empenhado na construção de “palanques fortes” em todos os estados da região. Só não se sabe até agora quem se habilitará em Pernambuco. O ex-prefeito Elias Gomes quer ser candidato, mas o partido não deixa.

Cadê a chapa? – Mendonça Filho (DEM) foi contra, no encontro das oposições em Caruaru, fixar data (20/4) para o lançamento da chapa majoritária. Foi voto vencido, mas o tempo mostrou que estava certo. A chapa não foi lançada, dando munição ao PSB para fazer ironias.

A imagem – Na pesquisa encomendada pelas oposições, a imagem de Paulo Câmara é bem superior à imagem do governo, que enfrenta problemas em várias áreas, especialmente na de segurança. Resta agora saber se o governador conseguirá transferir para o governo a imagem positiva que tem.

A chapa – Gente que sabe das coisas, que trabalhou muito perto de Eduardo Campos, acha que a chapa para vencer a eleição em Pernambuco teria esta composição: Marília Arraes (governador), Júlio Lossio (vice), Sílvio Costa e José Queiroz (senadores). Tá dado o recado.

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