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O PT entre chapa própria e o risco de ser implodido, em PE

Coluna Fogo Cruzado – 27 de abril de 2018

Lideranças sindicais do PT não aceitam o retorno do partido à Frente Popular    

O PT de Pernambuco está diante de um dilema. Ou lança candidato próprio ao governo estadual ou corre o risco de implosão. Caso lance candidato próprio, o partido sairá unido dessa fase pré-eleitoral. Suas decisões são tomadas por maioria de votos e quem não concordar cai fora do partido, que não aceita dissidências. O PT já aprovou resoluções pelo lançamento de candidato próprio. Mas, ainda assim, a ala liderada pelo senador Humberto Costa, que é seu maior líder em nível estadual, não dá o fato como consumado. Ainda admite o retorno à Frente popular em troca de uma vaga na sua chapa majoritária. Claro que não é uma coisa simples lançar uma chapa pra governador. É necessário também um vice e pelo menos um candidato a senador. E os quadros do PT estão escassos, sobretudo após a saída de João Paulo. Contudo, se esse é o desejo da maioria das bases, contrariá-las pode ser pior. O partido pode até perder a eleição, que é o mais provável no quadro de hoje. Mas preservará a sua unidade. Voltando à Frente Popular, a implosão será inevitável. Pois a vereadora Marília Arraes, o presidente da CUT, Carlos Veras e o presidente da Fetape, Doriel Barros, não sobem no palanque do governador de jeito nenhum.

O fiel da balança

Do vereador recifense Romero Albuquerque (PP) sobre alas do PSB estarem defendendo que Eduardo da Fonte (PP) não mais seja candidato a senador pela Frente popular: “Eduardo da Fonte tem credencial até para ser candidato a governador, que dirá ao Senado! Ele tem a maior bancada na Assembleia Legislativa e a 2ª maior na Câmara do Recife. E pode decidir a eleição”.

Hora do salto – O nome de Daniel Coelho (PPS) está sendo cogitado na frente das oposições para ser um dos candidatos ao Senado depois que Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) externaram desinteresse pela candidatura. Só não se sabe ainda é se ele aceitaria.

A renovação – Moura Cavalcanti (1975-1979) e Eduardo Campos (2007-2014) foram os únicos governadores de Pernambuco que revelaram novos quadros. Moura revelou dois que foram prefeito do Recife, governador e ministro: Gustavo Krause e Joaquim Francisco. Eduardo revelou Geraldo Júlio, Paulo Câmara, Danilo Cabral, Tadeu Alencar e Felipe Carreras.

Duas opções – Não está afastada a hipótese de Raul Henry (MDB) ser mantido na chapa de Paulo Câmara como candidato a vice-governador, caso Jarbas Vasconcelos (MDB) desista do Senado para concorrer à reeleição. Não cabem os dois na chapa como candidatos a federal.

A insegurança – O senador Fernando Bezerra (MDB) foi sondado na última reunião da frente das oposições sobre se ainda tinha interesse em ser candidato a governador. Respondeu que não porque não tem certeza de que o controle do MDB ficará com ele ou com o vice Raul Henry.

Senador de Lula – Sílvio Costa (Avante) disse a amigos que topa ser candidato a senador numa eventual chapa encabeçada pela vereadora Marília Arraes (PT), desde que Armando Monteiro (PTB) abra mão da presença dele em seu palanque. O petebista, até agora, não parece disposto a fazer isto.

É privilégio? – O “povão” não sabe o que é “foro privilegiado”, cujo alcance será restringido pelo STF. Pensa que é um “privilégio”, mas não é. Deputados federais e senadores, por exemplo, que têm “prerrogativa de foro”, só têm direito a uma instância: o STF. Perdeu, tchau! Não têm mais a quem recorrer. Os sem direito a essa “prerrogativa” têm até três instâncias para recurso.

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