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Giro pelos Blog’S ( 28 de maio de 2019)

Coluna Fogo Cruzado –

Domingo último, milhares de brasileiros saíram às ruas de 222 cidades para externar o seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Foram vistas em várias capitais faixas em defesa da aprovação da reforma previdenciária e do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro, da permanência do Coaf no Ministério da Justiça e de críticas aos partidos do “centrão” por supostamente estarem criando dificuldades para o presidente da República. Também foram anotadas críticas aos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e David Alcolumbre, respectivamente, o que é no mínimo estranho porque ambos pertencem ao DEM e estão ajudando Bolsonaro a aprovar as suas reformas. As manifestações foram importantes para provar que o presidente da República não está morto. Ele já perdeu cerca de 15% de sua popularidade nos últimos cinco meses, segundo o Ibope, mas ainda tem gás suficiente para mobilizar os seus apoiadores. No entanto, o mais importante neste “protesto a favor” não foi o apoio à reforma da previdência e sim o “não apoio” ao decreto das armas. Não há registro de manifestações em defesa da flexibilização da venda de armas, tal qual estabelece o decreto presidencial, numa prova de que os próprios aliados de Bolsonaro encaram essa medida com reservas.

Análise lúcida

O ex-presidente FHC faz uma análise lúcida sobre o governo Bolsonaro numa entrevista de duas páginas à “Folha de São Paulo” (26/5). Ele atribui as dificuldades do presidente ao fato de ser fruto de um “não”, e não de um “sim”. Ou seja, grande parte dos eleitores que o escolheram não o fizeram em razão do seu plano de governo, e sim para dizer “não” à continuidade do PT.

Velho conhecido

Poucos assessores do governo Paulo Câmara conhecem tão bem a “máquina” como Márcio Stefanni, que após passar pelas Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Fazenda e Planejamento vai assumir agora o Prorural. Stefanni é servidor de carreira do BNDES e estava à disposição da Secretaria de Administração como assessor especial do secretário José Neto.

Postura inflexível

Bolsonaro está cansado de saber que só vai conseguir aprovar seus projetos no Congresso se oferecer cargos no governo aos parlamentares do “centrão”, mas se recusa a fazê-lo para não entrar no jogo da “velha política”. Pelo menos dois deputados pernambucanos pleiteiam espaços na Codevasf para acomodar aliados políticos, o ministro Onyx disse “sim” mas Bolsonaro disse “não”.

Nome definido

No PSB não se tem mais dúvida de que o candidato do partido à sucessão do prefeito Geraldo Júlio (PSB) já foi ungido pelo próprio e o governador Paulo Câmara: o deputado federal João Campos. A dúvida agora é saber se a vaga de vice será oferecida ao PT ou ao PCdoB.

Cumpridor de tarefa

O PT leva vantagem em relação ao PCdoB para ficar com a vaga de vice de João Campos (PSB) porque tem mais peso político e eleitoral na capital pernambucana. O PCdoB tem um nome de peso, capaz de reforçar eleitoralmente a chapa, que é o deputado estadual João Paulo, que após ter sido prefeito duas vezes talvez não queira ser vice, embora se declare “cumpridor de tarefa”.

Amor de mãe

Foi lembrado ontem, no 50º aniversário de morte do Padre Antonio Henrique Pereira Neto, a saga da genitora dele, D. Isaíras, que resolveu estudar Direito, já idosa, para tentar elucidar o crime do filho. Morreu sem conseguiu o seu intento porque a própria Polícia de Pernambuco nunca se interessou em apontar os responsáveis pelo crime, embora soubesse o nome deles.

Uma lágrima por Gabriel

Como a aeronave que caiu ontem com Gabriel Diniz não tinha caixa preta, possivelmente nunca saberemos as causas do acidente que levou à morte um dos maiores ídolos da música sertaneja, na atualidade. O Cenipa vai investigar as causas, mas talvez fique no campo das suposições como ficaram os acidentes que levaram à morte o ex-ministro Marcos Freire e o ex-governador Eduardo Campos.

Ciro quer Túlio na disputa

Se pensa numa aliança com o PDT para disputar à Prefeitura do Recife, a deputada Marília Arraes (PT) que se apresse em tirar o cavalinho da chuva: principal liderança pedetista na capital, o deputado Túlio Gadelha, com quem ela sonha na vice, é candidatíssimo à sucessão de Geraldo Júlio. Na passagem, ontem, pelo Recife, o ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes disse que o PDT vai de Túlio e que esta é uma determinação da executiva nacional, cuja orientação é por candidaturas próprias nas principais capitais.

Sendo assim, mesmo com José e Wolney Queiroz torcendo o nariz, o presidente do diretório nacional, Carlos Lupi, já incluiu Recife entre as prioridades do partido, sendo Gadelha nome consensual. Gadelha diz que o assunto não está na ordem do dia e que vai tratar no momento oportuno. É bom que se prepare para o embate com os Queiroz.

Costura para 2020 – Na passagem ontem pelo Recife, o ex-candidato ao Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, almoçou com o deputado federal Túlio Gadelha, pré-candidato a prefeito do Recife, no apartamento do advogado Walber Agra, que colabora como Frente a Frente, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio. O cardápio foi recheado com o molho da sucessão de Geraldo Júlio.

Apoio descartado – O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), negou, ontem, que possa apoiar o nome do ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), de quem foi vice-prefeito e apoiado na disputa pela Prefeitura em 2012. Rompido com o velho cacique sertanejo, Duque disse que aceita, porém, o ingresso de Evandro no seu palanque em apoio ao candidato a ser escolhido.

Clip e tragédia – O cantor Gabriel Diniz, que morreu, ontem, num acidente aéreo em Sergipe, gravou dias antes o clip oficial do São João de Caruaru, programado para ser lançado, ontem, dia da tragédia. Seu companheiro de palco foi o caruaruense Petrúcio Amorim. A fatalidade tirou o artista de tradicionais festejos juninos do Estado, como a própria Caruaru, Gravatá e Petrolina.

Sem cidadania – Em Petrolina, ainda repercute a decisão da Câmara de Vereadores de negar a concessão do título de cidadão ao presidente Jair Bolsonaro, na véspera da sua visita ao município. Também ninguém entendeu por que o deputado Fernando Filho, filho do líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, votou conta o Governo na votação do Coaf.

Candidata – Em Águas Belas, no Agreste, o fato novo da sucessão em 2020 veste saia e atende pelo nome de Roberta de Zé Carlos. Filiada ao Cidadania, é filha de uma liderança histórica do município, José Carlos Bezerra, o Carlão, e tem o apoio do deputado federal Daniel Coelho.

BELO JARDIM – O prefeito de Belo Jardim, Hélio dos Terrenos (PTB), talvez seja o único do País a dispensar apoios na Câmara: expulsou, ontem, de suas bases os vereadores Marcos Buchudo (PSB) e Evandro Macarrão (DEM), ambos sempre leais ao Governo nas votações. O trabalhista contraria a política da soma, exercitando a operação da redução. Está cada vez menor.

Perguntar não ofende: Ciro já está em campanha novamente para presidente?

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