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Giro pelos Blog’S (30 de maio de 2019)

Coluna Fogo Cruzado – 

Se vivo fosse, talvez Miguel Arraes não aprovasse a nomeação do neto, Antônio Campos, para ocupar um cargo em comissão no governo de Bolsonaro: a presidência da Fundação Joaquim Nabuco, cargo ocupado até ontem por Alfredo Bertini. O irmão, Eduardo Campos, certamente também não aprovaria, haja vista o distanciamento político entre o PSB e o presidente da República. Basta dizer que ao longo de sua história Bolsonaro defendeu o fechamento do Congresso, o fuzilamento do ex-presidente FHC, a tortura como meio de se obter confissões e dedicou seu voto no impeachment de Dilma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o único torturador reconhecido até hoje como tal pela justiça brasileira. Entretanto, como a política dá muitas voltas e os tempos são outros, “Tonca” se aproximou de Bolsonaro ainda na campanha de 2018. Foi a favor de que o então senador e candidato ao governo estadual, Armando Monteiro Neto, o abraçasse no segundo turno, algo que o petebista recusou-se a fazer para não contrariar muitos aliados, entre eles o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, que é filiado ao PT. À parte o aspecto político, Antônio Campos tem tudo a ver com a Fundação Joaquim Nabuco. Seu pai, Maximiano Campos, pertenceu aos quadros da instituição e o filho está mais para ele do que para o avô ou o irmão.

Sem precedente no mundo

Mesmo que o Congresso aprove a reforma previdenciária, Pernambuco não resolverá o déficit crônico do seu sistema de previdência. Primeiro, porque a quantidade de servidores ativos é quase igual à dos inativos e, em 2º lugar, porque militar vai para a reserva ganhando mais do que na ativa. Em nenhum outro país do mundo existe isto.

Fundaprev descapitalizada

O déficit nas contas da previdência estadual em 2018 totalizou R$ 2,6 bilhões e para este ano o déficit previsto é de aproximadamente R$ 3 bilhões. Se a Fundaprev tivesse sido capitalizada com recursos da venda da Celpe, como era ideia do governo de então, talvez não fosse necessário, hoje, usar recursos do tesouro para pagar aos inativos.

Espaço em duplicidade

O prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), designou ontem seu chefe de gabinete e candidato à sua sucessão, Francisco Padilha, para responder interinamente pela pasta de Políticas Sociais, cujo ocupante, Augusto Costa, foi afastado por suspeita de envolvimento em licitações fraudulentas. Se Costa conseguir provar a inocência, será renomeado para o cargo.

Ausência inexplicada

Até hoje não se sabe o motivo pelo qual o deputado federal Fernando Filho (DEM) não foi esperar Bolsonaro em Petrolina na sexta-feira da semana passada. Estavam no Aeroporto seu pai, o senador Fernando Bezerra (MDB), seu irmão do meio, Miguel (sem partido), atual prefeito, e seu irmão caçula, Antônio (DEM), deputado estadual.

Para tirar de cima do muro

O ex-deputado Bruno Araújo concorre em chapa única à presidência nacional do PSDB, cuja convenção nacional será amanhã. Indicado pelo governador João Doria (SP), sua principal missão à frente do partido é “tirá-lo de cima do muro”. A ideia de levar o partido “para a direita” não vingou porque esse espaço já está ocupado por Bolsonaro.

Duplicidade de filiação

O TRE deverá julgar agora em junho um pedido de cassação de mandato do vereador caruaruense Alberes Lopes (PDT) por duplicidade de filiação. Ele é o secretário estadual do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo do governo Paulo Câmara e tem como padrinhos políticos os deputados Wôlney e José Queiroz, ambos do PDT.

Marco legal do saneamento

O Congresso vai deixar caducar a Medida Provisória do governo Temer que fixaria no país um novo marco legal do saneamento. O presidente da Compesa e das empresas estaduais se saneamento, Roberto Tavares, gostou da notícia. Ele diz que a MP abriria o setor de saneamento às empresas privadas, deixando as pequenas cidades ao deus dará.

O homem forte de Bolsonaro

O prestígio do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do Governo no Senado, atravessa zona extremamente confortável no Palácio do Planalto. O presidente Bolsonaro não se cansa de elogiar seu desempenho nas articulações que levaram o Governo a uma vitória fácil no plenário do Senado na votação da MP de enxugamento da máquina federal.

A cada semana, FBC dá demonstração de sua fortaleza em Brasília. Foi ele, por exemplo, que coordenou a vinda do presidente ao Estado, na semana passada, estendendo a agenda do Recife para Petrolina. Também bancou a nomeação do advogado Antônio Campos para a Fundaj.

E falando, ontem, no Frente a Frente, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo a Rádio Folha como cabeça de rede, anunciou que convenceu o Governo a enviar para o Senado aval autorizando o Governo de Pernambuco a fechar um empréstimo de U$ 37 milhões ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Mandando recado – Até os aliados do governador Paulo Câmara (PSB) entenderam a nomeação do advogado Antônio Campos, avalizada pelo senador Fernando Bezerra (MDB), como sinal de demarcação do espaço do senador em Pernambuco. Apesar das suas qualidades, Antônio há muito saiu do lado do balcão do PSB, não tem interlocução com o Governo e é atritado com Renata Campos.

Governo passado – A propósito de nota ontem nesta coluna, dando conta do pagamento de uma fortuna a um escritório de advocacia sem licitação, a prefeita de Ipojuca, Célia Sales (PTB), informa que o referido contrato não é da sua gestão e que tomou medidas judiciais para evitar a continuidade dos pagamentos. Os recursos tramitam na justiça para conter a sangria.

União olindense – Ex-presidente da Câmara de Olinda, o socialista Pedro Mendes mergulhou nas articulações com os partidos de esquerda do município para montar uma frente que se fortaleça no enfrentamento ao prefeito Lupércio (SD), que disputa a reeleição. PSB, MDB, PC do B e Rede já estão praticamente entendidos. O desafio é agregar o PT, o PDT e o PV.

Nem a cor – Não são só os prefeitos de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), e Miguel Coelho (sem partido), que batem no Governo Câmara por falta de investimentos. O presidente da Assembleia, Eriberto Medeiros (PP), também resmunga. Diz aos colegas de parlamento que sua mulher, a prefeita de Cumaru, Mariana Medeiros (PP), não tem visto a cor do dinheiro do Estado.

Desemprego – Em um evento sábado passado, a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) mostrou que o radicalismo continua atrapalhando seu mandato parlamentar. Chegou a afirmar, em alto e bom som, que a esquerda que se contrapõe ao Governo “quer um desemprego efetivo”.

SÃO LOURENÇO – O grupo Ferreira, liderado pelo prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, e seu irmão, o deputado federal André Ferreira, já bateu o martelo em apoio à candidatura a prefeito de São Lourenço da Mata do atual vice Gabriel Neto, que está se filiando ao PL nos próximos dias. Rompido com o prefeito Bruno Pereira (PTB), Neto é nome de peso à sucessão municipal.

Perguntar não ofende: Quem será o próximo a ser nomeado pelo senador Fernando Bezerra?

Velho Chico – O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) tem dedicado um esforço tremendo nas ações ligadas ao Rio São Francisco. Na próxima segunda-feira (3), em Petrolina, o socialista coordena audiência pública que discute os riscos de contaminação do rio após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. O evento será na Câmara Municipal às 9h.

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