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Giro pelos Blog’S ( 8 de junho de 2019)

Coluna Fogo Cruzado –

O deputado Daniel Coelho acha que prestou um serviço à reforma previdenciária ao apresentar uma emenda excluindo estados e municípios do projeto original. Isso não significa, diz ele, que seja necessariamente a favor de que os 27 estados e os 5.565 municípios do país tenham suas próprias regras de previdência, embora isso não seja vedado pela Constituição, e sim que todos os atores políticos devem participar deste debate. O alvo do deputado pernambucano era os governadores do Nordeste, que por esperteza ou oportunismo político, afirma, vinham se negando a emprestar apoio ao projeto do governo, com medo de desgaste, embora torcendo, silenciosamente, pela sua aprovação. Agora, acredita que o jogo agora está zerado depois que eles subscreveram uma carta na última quinta-feira fazendo um apelo aos deputados e senadores para que não excluam do projeto os servidores públicos municipais e estaduais. Foi um reconhecimento explícito, garante, de que a reforma da previdência é necessária e inadiável para dar equilíbrio fiscal ao país. No caso de Pernambuco, conclui, só falta agora o governador Paulo Câmara chamar a bancada do PSB à responsabilidade, notadamente os deputados Tadeu Alencar, João Campos, Danilo Cabral e Gonzaga Patriota, que aparentemente continuam decididos a votar contra o projeto do governo se ele não sofrer modificações de vulto na comissão especial da Câmara Federal.

Dono do seu nariz

Dos pernambucanos que integram a bancada federal do PSB, o único que diverge frontalmente do partido na reforma previdenciária é Felipe Carreras, que foi secretário de Turismo do governo Paulo Câmara. Ele já comunicou ao presidente Carlos Siqueira que vai votar a favor do projeto do governo e que não teme ser punido por causa de sua insubordinação.

Aliança desfeita

O ex-deputado Cintra Galvão formalizou ontem seu desligamento do PTB e o rompimento de sua aliança política com o ex-senador Armando Monteiro, que durou mais de uma década. Ele não perdoa o líder petebista por ter declarado apoio à reeleição do prefeito de Belo Jardim, Hélio dos Terrenos (PTB), seu desafeto, pode retornar aos quadros do PSB.

Palanque único

A saída de Cintra Galvão do PTB provoca uma mudança radical na política de Belo Jardim, onde ele divide liderança há mais de 40 com a família Mendonça. Agora, não se afasta a hipótese de ele selar uma aliança no município com o ex-prefeito João Mendonça (PSB) para enfrentar o prefeito Hélio dos Terrenos (PTB) e o candidato de Mendonça Filho (DEM).

Pela doação de sangue

O Exército continua engajado na luta pelo aumento do número de doadores de sangue na instituição. De 10 a 14 deste mês de junho, estará promovendo a campanha “Ajudar está no nosso sangue” com vistas a elevar o estoque do produto nos hemocentros do país. Nesse período, os militares serão estimulados a doar sangue, voluntariamente, para o bem deles e da Pátria.

Roubo no abatedouro

Ladrões do município de Sertânia não pouparam sequer o abatedouro público da cidade, que ficou paralisado durante alguns dias por causa do roubo de equipamentos usados para o abate de animais. Foram furtadas a pistola de atordoamento e a serra de peito, que custaram ao município R$ 17 mil. O equipamento foi reaberto ontem pelo prefeito Ângelo Ferreira (PSB).

Proposta alternativa

Danilo Cabral diz não ser verdade que o PSB não tem uma proposta alternativa ao projeto de reforma previdenciária do governo Bolsonaro. Afirma que o “trilhão” que o ministro Paulo Guedes pretende economizar com esta reforma, no período de 10 anos, poderia ser obtido com o “imposto sobre grandes fortunas”, algo que o próprio governo Lula se negou a fazer.

Ajuda simbólica

Este ano o Governo do Estado decidiu colaborar com o São João de Caruaru liberando R$ 400 mil através da Empetur. Não dá para bancar o cachê de Wesley Safadão, mas pelo menos é uma ajuda. Em 2018 o Governo do Estado não liberou nenhum tostão porque a prefeita Raquel Lyra trocou o PSB pelo PSDB. Agora, o secretário Rodrigo Novaes (Turismo) decidiu reparar essa injustiça.

Vereadores fiéis a Geraldo

O deputado Marco Aurélio conduz o PRTB com mão de ferro. Não ouve ninguém e age de acordo com seus interesses nas eleições de 2020, nas quais sonha em disputar a Prefeitura do Recife. Com um telefonema disparado para o Pastor Edinázio, sem voz ativa na direção estadual do partido, Aurélio mandou expulsar, ontem, os vereadores Hélio da Guabiraba, Samuel Salazar e Alcides Teixeira Neto, que compunham a bancada do PRTB na Câmara do Recife.

Todos eles, inclusive Marco Aurélio, foram eleitos e atuavam na base de sustentação da gestão municipal, mas eleito deputado estadual, Aurélio mudou da água para o vinho, faz oposição ao governador com o fígado e não teve força de convencimento para levar os três parlamentares ao bloco de oposição a Geraldo Júlio.

Hélio, Samuel e Teixeira não abriram mão de continuar na Câmara votando a favor das matérias de interesse da gestão municipal.

Nem aí – Dos vereadores expulsos do PRTB, Samuel Salazar foi o único que ficou extremamente confortável. Já havia pedido o desligamento da legenda ao Tribunal Regional Eleitoral desde abril passado. “Eu não me incluo nesse expurgo”, disse o parlamentar, adiantando que recorreu à justiça eleitoral por já ter a consciência de que não sairia da base governista.

Faltou gentileza – Lulista e dilmista, o ex-deputado Silvio Costa (Avante) estava almoçando, ontem, no mesmo restaurante em que a líder do Governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), era homenageada num ato que contou com a presença de Silvio Costa Filho, herdeiro político de Silvio. Mas o ex-deputado não teve sequer a gentileza de cumprimentar a visitante.

Forrozeira – Contrariando o pai, o deputado Sílvio Costa Filho (PRB) não apenas ternurou a líder do Governo no Congresso, Joice Hasselmann, no almoço, como dançou forró agarradinho com ela na sede na Associação Comercial, no Recife Antigo, após a palestra dela. Joice mostrou que tem ritmo e encantou a plateia com a sua simpatia e simplicidade.

Reprovado – O ex-prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB), não só confirmou, em nota ao meu blog, que o prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), toma ansiolíticos para dormir como julgou sua gestão desastrosa. “Ele recorre a calmantes porque sua gestão é reprovada”, disse.

Na corda bamba – Em Palmares, os vereadores da base do prefeito Altair Júnior (MDB) estão criando dificuldades para colocar em votação o relatório da CPI que investiga as irregularidades da gestão municipal. Dizem que a relatora levantou provas irrefutáveis.

Vida real – Na Jaboatão que o prefeito diz ter recebido um prêmio da ONU, a saúde bucal é uma calamidade. Cerca de 70% dos postos odontológicos estão paralisados por falta de manutenção. Os dentistas reclamam também que trabalham sem equipamentos adequados.

Dinheiro pelo ralo – Em quatro anos, o que corresponde à metade dos seus mandatos, os nobres senadores torraram R$ 100 milhões com a chamada verba de gabinete. A dinheirama sai pelo ralo com compra de passagens, pagamento de refeições, aluguéis de escritórios, combustíveis e outros penduricalhos. Isso sem falar nos funcionários fantasmas que também entram no pacote.

Alta tensão – A pré-campanha em São Lourenço da Mata já está fervendo. Ao saber que o prefeito Bruno Pereira (PTB) estaria na sessão de entrega do meu título de cidadão, quarta-feira passada, na Câmara, o vice-prefeito Gabriel Neto (PL), rompido com o trabalhista e candidato em 2020, ameaçou não comparecer. Apareceu, mas não cumprimentou o prefeito.

Galos de briga – O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ex-ministro José Dirceu nunca se entenderam. E o azedismo se impregna até na cadeia. Andaram se estranhando na cela em Curitiba e a PF deixou escapar que um dos motivos para a transferência de Cunha para Brasília tenha sido o risco de uma confusão gerada pela animosidade dele com Dirceu.

Desastre – Pré-candidato a prefeito de Petrolina, o deputado Lucas Ramos (PSB) disse, ontem, na Rádio Folha, que Bolsonaro é um desastre. Insinuou que o presidente não se recupera e que na campanha usará o desgaste dele para carimbar o prefeito Miguel Coelho como bolsonarista.

Efeito Elias – O prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), deixou de tomar tranquilizante para dormir depois de se certificar que o ex-prefeito Elias Gomes (PSDB), seu antecessor, será candidato a prefeito no Cabo e não em Jaboatão. Seria um adversário para comer seu cartão.

INCUBADORA – O deputado Sebastião Oliveira (PL) justifica que recorreu à Infraero para gerir o aeroporto de Serra Talhada, porque depois das privatizações dos grandes aeroportos, a empresa virou uma incubadora dos novos aeroportos regionais. “É uma Embrapa dos ares”, acrescenta.

 

Perguntar não ofende: Marco Aurélio não aprendeu ainda que a política é uma soma?

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