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Giro pelos Blog’S (14 de junho 2019)

Coluna Fogo Cruzado 

No governo de Jarbas Vasconcelos (1999-2006) foi inaugurada uma prática política em Pernambuco que não existia nos governos anteriores: líderes políticos do interior, de um lado só, salvo raras e honrosas exceções. Assim, o governador passou a ser apoiado na grande maioria dos municípios pelos “dois lados”, ou seja, pelos dois grupos políticos que se revezavam na disputa pelo controle do poder local. Até em Petrolina isso aconteceu com o deputado Osvaldo Coelho e o então prefeito Fernando Bezerra, então adversários em âmbito municipal, juntos com o governador. No governo de Eduardo Campos essa prática adesista foi ainda mais forte. Chegamos ao ponto de ter todos os prefeitos pernambucanos aliados ao governo estadual, à exceção de um: Júlio Lossio, então prefeito de Petrolina. Em 2014, a tropa de Eduardo Campos migrou para o palanque de Paulo Câmara, de modo que não houve alterações no jogo das alianças no interior. Em 2016 o PSB elegeria 70 prefeitos, sendo que a maioria dos candidatos derrotados permaneceu “governista”. Agora, Paulo Câmara terá que fazer malabarismos para segurar essas alianças, porém é inevitável que haja defecções em 2020 pela simples e óbvia razão de que não cabe todo mundo de um lado só. Casos com o de Caruaru,  por exemplo, onde o Governo do Estado tem o apoio de quatro correntes, talvez não se repitam mais.

Milton Coelho 1

Atacado pelo prefeito Manoel Botafogo (PDT) por ter falado em juntar as oposições de Carpina para lançar um candidato único em 2020, o chefe de gabinete de Paulo Câmara, Milton Coelho (PSB), rebateu: “Expressei-me pacífica e ordeiramente sobre a necessidade de unir as oposições para tirar o município do buraco em que se encontra, sem manifestar apoio a nenhum nome”.

Milton Coelho 2

E acrescentou: “Fui surpreendido pela gritaria desenfreada e preconceituosa do prefeito, que agrediu não apenas a mim, mas aos cortadores de cana e capinadores, homens simples que ganham a vida trabalhando. Botafogo trata os cidadãos de Carpina embaixo de gritos e ameaças e isso é inaceitável no século XXI. Carpina precisa de trabalho, não de grosseria. Vá trabalhar, prefeito!”

O jogo da contrapressão

Samuel Moreira (PSDB-SP), relator da reforma da previdência na comissão especial da Câmara, deixou fora do relatório, propositadamente, os estados e municípios para forçar os governadores do Nordeste a darem apoio ao projeto. Ele contou com a solidariedade do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que trabalha mais pela aprovação do projeto que todo o PSL.

Respaldo presidencial

Bolsonaro deu várias sinalizações nas últimas 72 horas de que não pretende demitir o ministro Sérgio Moro por ter sido flagrado “trocando figurinhas” sobre a Lava Jato com o procurador Deltan Dallagnol. Fez foi prestigiar o seu ministro da Justiça por ter mandado para a cadeia “corruptos poderosos” dizendo que ele não cometeu nenhuma atitude ilegal ou antirrepublicana.

Oposição no seu papel

Os cinco principais partidos de oposição ao governo Bolsonaro (PT, PCdoB, PSB, PDT e PSOL), os mesmos que se opõem à reforma previdenciária, divulgaram nota em que defendem o afastamento de Moro do Ministério da Justiça e o de Dallagnol da Operação Lava Jato. Estão no seu papel de oposição, mesmo sabendo que Bolsonaro não vai tirar o ministro só para satisfazê-los.

Dia das costureiras

Já que a Constituição de Pernambuco veda aos deputados estaduais legislar sobre matéria financeira, eles vão ocupando como podem as suas atribuições de legislador. Agora mesmo, para homenagear o pólo de confecções de sua terra, Santa Cruz do Capibaribe, o deputado Diogo Moraes (PSB) apresentou um projeto criando o “Dia Estadual dos Alfaiates e Costureiras”.

O terceiro a cair

Tudo velho na 1ª audiência do governador Paulo Câmara com o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, demitido ontem por Bolsonaro. Câmara, 24h antes, entregou uma pauta ao ministro com os principais pleitos de Pernambuco e ouviu dele que, dinheiro para os estados, só após a aprovação da reforma previdenciária.

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