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Giro pelos Blog’S (o9.o7.2019)

Maia insulta Bolsonaro

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nunca engoliu Bolsonaro. A briga é antiga, vem desde o tempo em que disputavam eleições proporcionais no Rio de Janeiro, onde ambos têm domicílio eleitoral. Enquanto Bolsonaro tinha votações cada vez maiores, Maia crescia feito rabo de cavalo, para baixo.

Maia nunca engoliu a chegada de Bolsonaro ao poder. Isso ficou mais que evidente nos arranca-rabos entre eles durante a tramitação da reforma da Previdência. Prestes ao texto ser votado no plenário da Casa, Maia disse, ontem, que o mérito era do parlamento e não do executivo uma eventual aprovação em primeiro turno do texto básico da reforma previdenciária.

Para o presidente da Câmara, o Governo atrapalhou mais do que ajudou. “O resultado desta semana será o resultado do esforço, do trabalho e dedicação de cada deputado”, destacou. Traduzindo: se a Câmara fosse depender do Governo não tinha reforma.

Última tentativa – Os governadores foram chamados a Brasília, hoje, para uma última tentativa de acordo em cima da proposta de inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência. Mas dificilmente darão um passo adiante. Enquanto governadores de peso, como João Dória (PSDB), apresentam posturas dúbias, Paulo Câmara prefere não atender ao convite da Casa Civil.

Na contramão – O PSB deu, ontem, mais uma pisada de bola ao fechar questão contra a reforma da Previdência no plenário da Câmara. Já havia se posicionado contrariamente na comissão especial. Prevaleceu a vontade dos governadores e o desejo do presidente da legenda, Carlos Siqueira. Na comissão especial, os deputados socialistas votaram contra.

Buscando o voto – Para evitar surpresas de última hora, o governador Paulo Câmara ligou para todos os deputados da sua base na Assembleia pedindo o apoio para aprovação do advogado Carlos Neves, indicado por ele para o Conselho do Tribunal de Contas. Seguro, mandou o presidente da Casa, Eriberto Medeiros, fazer a votação em plenário quinta próxima.

Em Brasília – O prefeito Geraldo Júlio embarcou, ontem, bem cedo, para Brasília, ao lado do presidente do PSB, Sileno Guedes, e do chefe de gabinete do governador, Milton Coelho. Na agenda, a reunião da executiva nacional socialista para fechar questão contra a reforma da Previdência.

Com João – O deputado federal Felipe Carreiras, que vinha mantendo uma postura de certa independência em relação ao seu partido, o PSB, vai votar contra a reforma da Previdência. E para 2020, já se acertou com João Campos, abandonando a ideia de disputar a Prefeitura do Recife.

VERGONHA – Enquanto Paraty, no litoral fluminense, foi incluída na lista de patrimônio mundial da humanidade pela Unesco, e no último final de semana sediou a tradicional festa literária, Olinda capenga. Uma das suas principais vias de acesso, a Avenida Presidente Kennedy, virou uma pocilga.

Perguntar não ofende: Rodrigo Maia quer entrar na disputa pela Presidência em cima dos erros de Bolsonaro?

“Aha, uhu, o Fachin é nosso”

A fala do ministro Edson Fachin, do STF, em ato da Justiça Eleitoral do Paraná, nesta segunda (8), chamou a atenção de seus colegas na corte. Relator da Lava Jato no Supremo, ele disse, sem citar nomes, que “juízes também cometem ilícitos e devem ser punidos”.Para integrantes do STF e do meio jurídico, a fala confirmou rumor que circulava desde a última semana: o de que o ministro não gostou da forma como foi citado em diálogos entre procuradores da Lava Jato.Segundo o The Intercept Brasil, investigadores exclamaram: “Aha, uhu, o Fachin é nosso”.

Eleitor do Bozo acha que brasileiro se aposenta cedo…

Detalhamento do Datafolha mostra que o eleitor de Jair Bolsonaro é o que mais acha que o brasileiro se aposenta cedo. Entre os que elegeram o presidente, 15% assinam embaixo dessa afirmação. Por faixa de renda, são ‘os mais ricos’, que ganham acima de dez salários mínimos, os que mais chancelam a percepção de que o brasileiro pendura as chuteiras antes do tempo: 31%.

Coluna Fogo Cruzado – 9 de julho de 2019

O vereador recifense André Régis, presidente do PSDB do Recife, endossa a resolução do PSDB de São Paulo pela expulsão do deputado Aécio Neves dos quadros do partido. Ele afirma que o parlamentar mineiro é um dos grandes responsáveis pelo desprestígio em que o PSDB hoje se encontra, desde que veio à nota o áudio em que ele solicita R$ 2 milhões ao empresário goiano Joesley Batista para pagar despesas com advogados. O dano à imagem dos tucanos foi tão acentuado, afirma Régis, que seu candidato a presidente da República em 2018, Geraldo Alckmin, um político respeitado e três vezes governador do Estado de São Paulo, obteve menos de 5% dos votos válidos, quando até então o PSDB rivalizara com o PT pelo comando do Palácio do Planalto, tendo o próprio Aécio ficado em segundo lugar em 2014 com cerca de 50 milhões de votos. Régis entende que o PSDB “acovardou-se” ao não expulsar Aécio de imediato, e que o dano à imagem do partido persistirá enquanto ele permanecer filiado. De qualquer sorte, o cerco ao ex-senador está-se fechando, pois o PSDB paulista não tomaria decisão tão drástica sem o aval do governador João Doria e do presidente nacional Bruno Araújo.

Biógrafo de Escobar

A palestra mais aguardada hoje no Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções, é a do jornalista colombiano Alonso Salazar, autor de uma biografia de Pablo Escobar (1949-1993), chefe do “Cartel de Medellín” e um dos maiores traficantes de drogas do mundo. Salazar elegeu-se prefeito dessa cidade defendendo o combate à violência com políticas sociais.

Segue o partido

Paulo Câmara não irá a Brasília, hoje, a convite do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para participar de uma reunião governadores que terá como pauta a reinserção de estados e municípios na reforma previdenciária. O governador de Pernambuco já teve oportunidade de posicionar-se contra o parecer do relator Samuel Moreira e vai seguir a posição do PSB.

Resistência ao presidente

O Nordeste continua sem “engolir” direito o presidente Bolsonaro. Em todas as pesquisas feitas de abril para cá, ele obteve nesta região o menor percentual de aprovação e o maior de desaprovação. Esse quadro só tende a melhorar se o governo fizer algo de concreto pelos nordestinos, tal como Lula fez com a transposição do São Francisco e a Bolsa Família.

Voto nulo

O ex-governador João Lyra Neto (PSDB) confessou ontem à Rádio CBN do Recife que votou em Alckmin, o candidato do seu partido, na última eleição presidencial, mas no segundo turno anulou o voto. Como não confia mais no PT, do qual já fez parte, nem acreditava em Bolsonaro, decidiu anular o voto, “que é uma posição política”, em vez simplesmente de votar branco.

A crise dos hoteis

Não é só Pernambuco que registra o fechamento de um grande número de hoteis, especialmente depois da Copa de 2014. O presidente da Embatur, Gilson Machado Neto, que é pernambucano, diz que o fenômeno é nacional. Há hoje, no Brasil, segundo ele, cerca de 150 hoteis que não resistiram aos efeitos da crise e fecharam suas portas, alguns deles em Boa Viagem.

Minuto de silêncio

O jornalista pernambucano Nélson Rodrigues costumava dizer que “o Maracanã vaia até minuto de silêncio”. Por desconhecer essa frase ou não dar-lhe importância, o presidente Bolsonaro foi assistir à partida Brasil (3) x Peru (1), pela final da Copa América e lá comprovou o que o “Anjo pornogrático” dizia. Recebeu aplausos, é verdade, mas não escapou de vaias.

Dosimetria errônea

O cantor e compositor João Gilberto, que era natural de Juazeiro (BA) e foi sepultado ontem no Rio de Janeiro, foi descrito como “gênio” por setores da mídia nacional e internacional. Talvez haja aí certo exagero, pois se o introspectivo João era mesmo “gênio”, por ter inventado uma batida de violão, como classificar Mozart, Beethoven, Bach e Carlos Gomes?

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