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CONVERSA DE SEGUNDA, COM FELIPE JUNIOR

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19/03/2018 – CONVERSA DE SEGUNDA

A nossa CONVERSA DE SEGUNDA vem abordar, além de outras temáticas, um dos assuntos mais comentados durante a semana (e não é para menos, visto ao fato): o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle (PSOL-RJ), e o motorista de aplicativo, Anderson. Temos acompanhado várias pessoas se solidarizando ao fato cruel e, outros, amenizando-o ou, inclusive, tentando desqualificar os envolvidos. Isso é uma vergonha. Veja ao ponto em que chegamos! A forma perversa, cruel, desumana, fria e bárbara com que aqueles tiros saíram daquela arma, sem dúvida alguma atingiram toda a nação; e não é porque estamos falando de alguém de esquerda, mulher, militante e negra, mas porque essa ação hedionda fere o coração da democracia. As duas mortes (juntamente com outras tantas que ocorrem diariamente) trazem à tona o desprezo com que o Governo vem tratando a segurança pública. O certo é que, no caso de Marielle e de Anderson, os tiros saíram da arma de um BANDIDO, independente se é ou não agente de autoridade do Estado. Pergunto-me duas questões: como o Estado pode punir os criminosos se o mesmo foi o mandante do crime? Será que o objetivo do crime foi o de calar a voz de alguém que veio pra incomodar ou o objetivo era simplesmente mostrar a decadência do Estado?
Marielle e Anderson. Dezenas de mortes diárias. Guerra no Rio. Mais mortes. Política.
Fico triste em ver, através das redes sociais, uma verdadeira guerra entre ideologias e pseuso-ideologias. Pessoas que denunciam políticos radicais e, no mesmo peso, radicalizam aquilo que era para se tornar debate. Nessa guerra política na qual vivemos, existe uma arma preponderante capaz de cessá-la. Essa arma se chama DIÁLOGO. A revolução moderna se faz não através de armas, mas de diálogo. A democracia exige atributos entre os cidadãos, no mínimo, dialógicos e dialéticos. Por mais que o candidato “A” pareça ser rígido, calculista e militarista ou por mais que o candidato “B” demonstre ser partidarista, populista e demagogo, a prática política deve se nortear não pela repressão, exclusão (de Facebook, por exemplo) ou indiferença aos simpatizantes do candidato “A” ou “B”, mas pelo chamamento, pela comunicação, pelo consenso, isto é, pelo diálogo. A democracia exige democratas que dialoguem. Sempre acreditei que o diálogo é capaz de ultimar desavenças e conciliar ideologias. O nosso país só sairá dessa convulsão social quando dermos valor ao nosso voto. Para que isso aconteça, temos que votar conscientemente naquele(a) candidato(a) que oferecer propostas e projetos capazes de serem executados. O mesmo perigo de votar em alguém radical é votar de olhos fechados em quem “Fulano” indicar, seja quem for. O meu voto vai para aquele(a) que apresentar propostas sustentáveis. Vote com consciência! Não se limite ao orgulho e a ignorância! Seja cidadão! Continue resistindo!

É o que penso. Vamos dialogar?

FELIPE JUNIOR, 36 anos,é de SJEgito,  Professor de Filosofia, Ética e Sociologia .Faz parte União pelo Cordel em Pernambuco – Unicordel/PE e Poeta declamador e Cordelista.

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