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Giro pelos Blog’S(12.o8.2019)

Gilson Neto supera preconceito

Tão logo o presidente anunciou o empresário pernambucano Gilson Neto para presidência da Embratur, o mundo desabafou em sua cabeça. Só associaram Gilson à sua banda Brucelose como tocador de sanfona. Na semana passada, Bolsonaro destacou que uma das áreas de sua gestão mais exitosas tem sido a de turismo, elogiando especialmente o trabalho de Gilson Neto, escolha pessoal.

De fato, Gilson toca – e muito bem – sanfona, mas não caiu na Embratur de paraquedas. Sua formação é eclética. Dono de fazenda de coco em Alagoas, onde tem uma pousada modelo no ecoturismo em São Miguel dos Milagres, coordenou o grupo temático de Bolsonaro na área de turismo na transição por ser operador da área do ecoturismo, vocação natural do País com seus seis biomas, atrativos recursos naturais e 8,5 mil km de praias de águas quentes.

Sou parte, mas a Imprensa, vez em quando, comete o pecado do viés preconceituoso.

Bem-sucedido – O empresário Gilson Neto é filho do engenheiro Carlos Eduardo Machado e sobrinho do ex-deputado federal Gilson Machado. Médico veterinário por formação, atua hoje no triângulo Pernambuco, onde tem uma emissora de rádio em Gravatá, Alagoas, no turismo e na plantação de coco, e também no Tocantins, com fazenda modelo de gado Guzerá. Polivalente!

Fantasmas? – Em Limoeiro, três pré-candidatos a prefeito seriam servidores fantasmas. O que se diz na cidade é que Zé Quirino é visto com mais frequência no seu escritório de contabilidade do que no Ciretran. Já Orlando Jorge só teria voltado ao hospital regional depois da chegada do novo diretor, enquanto Marcelo Mota não aparece na pasta estadual de Ciência e Tecnologia.

Politicagem – A vice-prefeita de Cumaru, Nadjane Peixoto (PCdoB), rompida com a prefeita Mariana Medeiros (PP), caiu em desgraça na Câmara depois que seis parlamentares denunciaram que usa a estrutura do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. O presidente do órgão, Antônio Américo, aliado dela, só estaria emitindo certidões de trabalhadores autorizadas por ela.

Centenário – A Academia Pernambucana de Letras homenageia o centenário de nascimento do jornalista, escritor e acadêmico Vanildo Bezerra Cavalcanti, pai do escritor e pesquisador Carlos Bezerra Cavalcanti, autor de vários livros sobre o Recife. Será no próximo dia 15, às 16 horas.

Honestidade – Bolsonaro provocou, mais uma vez, ontem, a TV Globo. Numa entrevista sobre o dia dos pais, pegou o microfone da emissora e a desafiou a jogar no ar a música Chuva de honestidade, do meu amigo Flávio Leandro. Só espero que o cantor agora entre na mídia nacional.

É FAKE? – A prefeita de São Bento do Una, Débora Almeida (PSB), tem a virtude de estar presente nas redes sociais informando ações sobre o conjunto da sua obra. Mas tem um grave defeito: não responde mensagens de niguém. Será que virou fantasma ou alguém usa sua conta como fake?

Perguntar não ofende: Qual vai ser a próxima de Bolsonaro?


 BLOG  INALDO SAMPAIO

De como uma pequena crise pode virar grande

Coluna Fogo Cruzado – 12 de agosto – 2019

Incrível como às vezes um pequeno problema consome energias de um governo, que à falta de tato para resolvê-lo permite que se transforme em grande. É o caso do presidente da Compesa, Roberto Tavares. Há duas poderosas forças agindo no governo estadual para tirá-lo do cargo, o prefeito Geraldo Júlio e o ex-chefe da Casa Civil, Antonio Figueira. Mas nem o próprio Tavares nem o governador Paulo Câmara têm sabido lidar com o problema. O que compete ao presidente da Compesa realizar depois que o Palácio das Princesas começou a “fritá-lo?”. Pedir uma audiência ao governador a fim de fazer-lhe uma pergunta simples: “O senhor quer que eu fique ou que permaneça no cargo?” Se a resposta for positiva, faria imediatamente uma cobrança. “Então, governador, desautorize as versões de que a minha cabeça está a prêmio”. Se porventura for negativa, perguntaria ao governador por que não optou pelo caminho mais simples, ou seja, chamar-lhe ao gabinete para pedir o cargo. Do jeito que as coisas vão, a dupla Geraldo-Figueira já se armou para colocar o ex-chefe de gabinete do Palácio, Renato Thiebaut, na presidência da estatal, o que chamuscaria a pele de todos. De Tavares, que passaria a impressão de apego desmedido ao cargo. E do próprio governador que daria a ideia aos pernambucanos de que manda menos no governo que o prefeito do Recife e o chefe de sua assessoria especial.

De bem com a secretária

Roberto Tavares define-se como “amigo” da secretária estadual de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernanda Batista, afastando as versões de que ela estaria por trás do complô que se armou dentro do governo para demiti-lo. Tavares está à frente da estatal há 13 anos e certamente não gostaria de sair antes da conclusão da Adutora do Agreste.

Obra bilionária    

A Adutora do Agreste está sendo construída com recursos da União, mas o “capitão da obra” é o presidente da Compesa por delegação do extinto Ministério da Integração Nacional. É a mais importante obra hídrica de Pernambuco, na atualidade, concebida para levar água do rio São Francisco para 70 localidades da região mais seca do Estado.

Campanha nas ruas

O deputado José Queiroz (PDT) não quis esperar por 2020 e já está há mais de três meses com sua candidatura a prefeito de Caruaru nas ruas. Ele apoiou no segundo de 2016 a atual prefeita, Raquel Lyra (PSDB), mas logo depois rompeu com ela alegando ter sido “miseravelmente traído”, sem nunca ter esclarecido os motivos da traição.

A volta do violeiro

Cidade de perfil conservador, Caruaru nunca foi muito simpática ao PT e a prova disto é que o partido não tem um único representante na Câmara Municipal. Agora em 2020, porém, Queiroz pretende se empenhar para devolver à Casa o ex-vereador (e violeiro) Rogério Menezes (PT), o melhor presidente que a Câmara já teve nos últimos 30 anos.

Inveja do vizinho

O DER-PB iniciou a “operação tapa-buraco” na rodovia estadual que liga Ouro Velho à divisa com Prata e Monteiro. Já o DER-PE, que tem um escritório em Sertânia, assiste meio envergonhado à ação do órgão paraibano. Gostaria também de tapar os buracos da rodovia que liga São José do Egito (PE) e Ouro Velho (30 km), mas não um tostão.

Reforma da partilha

André de Paula (PSD), que votou a favor da reforma previdenciária, acha que sua aprovação na Câmara foi uma “preliminar” para a aprovação da reforma tributária, igualmente polêmica como a anterior. Diz que há uma “forte consciência” no Congresso de que o estado brasileiro precisa ser “reformado”, e que não dá mais para esperar.

Qual punição?

Ainda este mês vão entrar em ação os conselhos de ética do PSDB, PSB e PDT. O dos tucanos vai decidir se expulsa ou não dos quadros do partido o deputado Aécio Neves (MG) por ter pedido dinheiro à empresa J&F. Já os conselhos dos dois últimos irão decidir o que fazer com os 18 deputados que votaram a favor da reforma da previdência.

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