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Giro pelos Blog’S(13.o8.2019)

Aliança para barrar a Lava Jato

Ao chegar, ontem, a Brasília, fui informado da existência de uma aliança surpreendente que junta Jair Bolsonaro ao presidente do STF, Dias Toffoli, em torno da decisão que limitou o acesso do Ministério Público a informações do Coaf e da Receita Federal, beneficiando Flavio Bolsonaro, filho do presidente da República.

Com isso, mudou-se o eixo do discurso anticorrupção do Governo – que foi fundamental para a eleição de Bolsonaro e deu ao ex-juiz Sérgio Moro o status de “superministro”. Para muita gente em Brasília, a contrapartida a essa união seria a concordância presidencial ao freio de arrumação na Lava Jato, algo que parte do Supremo e do Congresso sempre quis e nunca conseguiu.

Nos próximos capítulos, poderão vir a aprovação, no Legislativo, do projeto que pune o abuso de autoridade e, no STF, decisões coibindo abusos que vieram à luz na chamada Vaza-Jato – quem sabe até a liberdade do ex-presidente Lula.

Simples mortal – O poder de Moro empalideceu a partir do desgaste com a revelação das conversas obtidas pelo site The Intercept e de uma série de revezes – o último deles, a decisão quase unânime do STF de suspender a transferência do ex-presidente Lula de Curitiba para Tremembé, na semana passada. Fica claro que Moro voltou a ser mais um simples mortal de carne e osso no território do poder.

Arapongagem – Em Brasília, políticos experientes têm oservado um crescimento do número de parlamentares que se queixam, alegando suspeitas de espionagem por parte do Governo. Essa foi a rotina na capital durante o período de governos militares. Desde a criação, em 1999, a Abin, sucessora do SNI, nega de forma veemente que faça espionagem política no País.

Bom nome – Da mesma forma como agiu na indicação de Carlos Neves para o TCE, o governador Paulo Câmara (PSB) surpreendeu, ontem, com a escolha de um nome técnico para suceder a Roberto Tavares na presidência da Compesa. Primeira mulher a assumir a estatal, a engenheira Manuela Marinho tem todas as credenciais para dar continuidade à obra de Tavares.

Nem na marra – Uma pergunta oportuna que se faz em Caruaru: se a prefeita Raquel Lyra (PSDB) não consegue tocar as obras do Camelódromo, como vai viabilizar a construção de 53 prédios para abrigar as oito mil vagas em creches municipais, objeto de promessa em sua campanha.

Reação – Pelas redes sociais, o cantor Flávio Leandro, autor da música Chuvas de honestidade, citada pelo presidente, mandou um recado a Bolsonaro: “Se ele quer melhorar a sua imagem no Nordeste, comece por governar sem ranço, e para todos. Minha música é do povo, não de políticos”.

CORRIGINDO – Na nota de ontem, sobre a postura oportunista da vice-prefeita de Cumaru, Nadjane Peixoto (PCdoB), manobrando o Sindicato dos Trabalhadores, informei que Antônio Américo era o presidente do órgão sindicalista. Na verdade, Américo é o presidente da Câmara de Vereadores.

Perguntar não ofende: Bolsonaro abre a cancela das nomeações no segundo escalão logo ou vai esperar a Previdência ser aprovada no Senado?

INALDO SAMPAIO BLOG\

Coluna Fogo Cruzado – 13 de agosto de 2019

Quando o governador Eduardo Campos estava no comando da Frente Popular, tinha a compreensão de que o seu partido (PSB) não deveria ser o único a receber atenções do governo estadual. Era preciso garantir espaços aos seus aliados para que eles vencessem também em municípios do seu interesse. Assim, por exemplo, garantiu-se a vitória do PDT em Caruaru em 2008 (José Queiroz), do PCdoB em Olinda (Renildo Calheiros), do PT no Recife (João da Costa). E por aí vai. Foi esse equilíbrio de forças, internamente, que garantiu a hegemonia da Frente Popular em Pernambuco até a presente data. Para as eleições do próximo ano, o deputado federal e presidente regional do Solidariedade, Augusto Coutinho, já deu ciência a Paulo Câmara de que sua única reivindicação é o apoio do PSB à reeleição do prefeito Lupércio Nascimento, conforme ficou acertado nas últimas eleições. É que o PCdoB já está se mexendo para lançar o deputado João Paulo (ex-PT) e o PSB para pôr na disputa o ex-vereador Pedro Mendes. Hora, portanto, de o governador impor-se como líder, afastando de pronto essas pré-candidaturas. Ou faz isto, agora, ou perderá o controle do processo, pondo em risco a unidade da Frente em 2022.

Lei das Licitações

Augusto Coutinho (SD) profere palestra nesta terça-feira (12), em São Paulo, sobre a nova Lei das Licitações, para servidores do TCU. Trata-se da mais importante lei aprovada pelo Congresso depois da reforma previdenciária (o Senado vai repetir o gesto da Câmara), porém pouco explicada à sociedade pelos próprios congressistas.

Para evitar a quebra

Deputados da bancada pernambucana que votaram a favor da reforma da previdência vão partir para o contra-ataque ao Sintepe, Sindifisco e outros sindicatos que o criticam. Vão lançar uma campanha explicando à população que o voto a favor da reforma foi, na verdade, a favor dela, para evitar que o Brasil virasse um novo Portugal ou uma nova Grécia.

A favor da elite

Diz o deputado Sílvio Costa Filho (PRB), que votou a favor da reforma, que Portugal, por falta de dinheiro para pagar seus aposentados, cortou 30% do valor das pensões e que a Grécia limitou o saque com cartão eletrônico a 50 euros. Por isso, garante, ao posicionar-se contra a reforma, “o PSB ficou ao lado da elite do serviço público”.

Petista solitário 

Diferentemente do que se disse nesta coluna, o PT tem um representante na Câmara Municipal de Caruaru: Daniel Finizola, líder da oposição à prefeita Raquel Lyra. A cidade tem orçamento de R$ 935 milhões para 2020, mas todo “engessado”. Daí ter pedido empréstimo de R$ 86 milhões à CEF para investir em obras de infraestrutura.

Festa centenária

A vice-governadora Luciana Santos (PCdoB) esteve no distrito de Jabitacá (município de Iguaracy), no final de semana, a convite do prefeito José Torres Filho (PSB), o “Zeinha”, para participar das comemorações dos 116 anos da festa da padroeira (Nossa Senhora dos Remédios). A festa será encerrada no próximo dia 15 com missa e procissão.

Preços iguais

Pelos cálculos de Daniel Coelho (CID), a “PEC paralela” da reforma da previdência que vai começar a tramitar no Senado será rejeitada na Câmara se “teimar” em incluir estados e municípios. Ele diz que cada governador terá que fazer sua própria reforma, via Assembleia Legislativa, “pagando o mesmo preço” que os deputados pagaram.

Demissão com atraso

Paulo Câmara consumou ontem, com 15 dias de atraso, a demissão de Roberto Tavares da presidência da Compesa. Substitui-o pela engenheira Manuela Marinho. Tavares será agora assessor especial do secretário Décio Padilha (Fazenda). Geraldo Júlio e Antônio Figueira não fizeram o sucessor (Renato Thiebaut), mas livraram-se de quem não queriam.

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