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CULTURA | Antônio Carneiro é o primeiro tuparetamense imortal da Academia de Letras do Sertão Pernambucano

No último dia 31 de agosto (sábado) foi empossado  na Academia de Letras do Sertão Pernambucano
em Serra Talhada o poeta e escritor Severino Antônio Carneiro da Silva. O poeta nascido em maio de 1972 e policial militar de carreira é o primeiro filho de Tuparetama a tomar posse na Academia de Letras do Sertão Pernambucano.
Antonio Carneiro passa a ocupar a cadeira número 18 da Academia, tendo como patrono João Batista de Siqueira (Cancão).  Antônio Carneiro é filho de Severino Nunes da Silva e Joana Darc Carneiro da Silva (falecida), nascido na Carnaúba/Logradouro, zona rural de Tuparetama. É casado com Kátia Denísia e reside atualmente em Itapetim-PE. Na área da literatura e poesia compôs hinos oficiais para duas escolas da rede municipal de ensino de Tuparetama. Tem participação nos livros Cancão, o gênio inocente (de Paulo Passos) e Ivanildo Vila Nova – mito, versos e viola (de José Edmilson e Irani Medeiros). Foi premiado nos concursos Poetizando 2016 Poetize 2017; Escreveu diversos cordéis entre eles Doutor Zé Nadim raizeiro do Sertão e Cidades Pernambucanas na Rota da Poesia. Em 2018 publicou o livro de poemas O mundo imundo das drogas pela Editora Hope. O poeta também é membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pajeú.
Sobre a posse e seu patrono, o poeta tuparetamense escreveu:
O pontífice da nossa diocese 
Inspirou uma plêiade por inteiro 
De Rabelo a Xudú, Dedé Monteiro 
Patativa e João mantendo a tese. 
Não há vate no mundo que despreze 
Um detido no cárcere da tristeza 
Mesmo assim decantou a correnteza 
Baraúna, balceiro e azinheira 
Foi Cancão, João Batista de Siqueira 
Defensor imortal da natureza. 
(Poeta Antônio Carneiro)

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