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E surgiu a aberração-mor: um negro defendendo a escravidão

Sérgio Camargo é o novo presidente da Fundação Palmares, responsável por estudar, preservar e difundir a cultura afro-brasileira.

À exceção de Cuba, nenhum outro país latino-americano tem tanta influência da cultura africana como o Brasil. Portanto, nada mais justo que a missão da Palmares mereça especial atenção dos governos.

Pois bem: o racista, misógino, aberrante governo de Bolsonaro resolveu dar carta aberta a um sacripanta que atende pelo pseudônimo de Roberto Alvim nomear Sérgio Camargo para presidir a Palmares.

E quem diabos é o referido senhor que foi nomeado?   Houve, é verdade, um Sérgio Camargo escultor de altíssimo nível, com lugar assegurado no altar dos maiores artistas brasileiros. Era branco, mas tinha uma visão certeira da influência das artes e da cultura africana em nossa formação. Nos deixou em 1990, aos seus poucos 60 anos.   Pois agora surge outro Sérgio Camargo, que se diz jornalista com uma passagem difusa pelo ‘O Estado de S. Paulo’, em época incerta e não sabida. É ele quem acaba de nomeado presidente da Fundação Palmares.Aliás, ele mesmo, o novo presidente da Palmares, é uma tremenda aberração, e surge com força suficiente para ser nomeado a mais abjeta das aberrações de um governo que é, por si, uma tremenda aberração.

Acontece que Sérgio Camargo (por favor, esse aí, não o escultor) é um negro racista, e racista furioso, contra os seus semelhantes.Entre outras bestialidades, diz que no Brasil não existe racismo. Que ‘a negrada daqui reclama porque é imbecil e desinformada pela esquerda’.    Nada, porém, supera ou nem ao menos se equivale à asquerosa, irremediavelmente asquerosa, declaração de que a escravidão implantada no Brasil foi boa para os escravos.Esse nojo ambulante chamado Sérgio Nascimento de Camargo disse, textualmente, que a escravidão foi ‘terrível, mas benéfica para os descendentes’ porque, escravos no Brasil, os negros – seus ancestrais – viviam melhor do que se continuassem na África.  Bolsonaro  escolhe um negro racista e fascista para comandar a fundação encarregada de promover a cultura afro-brasileira, tem carta branca de um racista e fascista chamado Jair Bolsonaro para nomear quem bem entender.Parabéns Bolsonaro, parabéns clã Bolsonaro, parabéns milicianos achegados à família: pela primeira vez na história deste país destrambelhado, temos uma figura asquerosa dizendo coisas asquerosas contra seus pares.                                Mais do que asqueroso, este é o governo que superou todos os anteriores, os da ditadura inclusive, no quesito aberrações.

O músico e produtor cultural Oswaldo de Camargo Filho, o Wadico Camargo, criticou a nomeação do irmão, Sergio Nascimento de Camargo, para a presidência da Fundação Palmares. “Tenho vergonha de ser irmão desse capitão do mato”\ O jornalista Fabio Pannunzio criticou :”Agora temos um negro racista cuidando dos negros, uma mulher machista cuidando das mulheres, uma cavalgadura na educação, um destruidor da natureza no meio-ambiente, um advogado da primeira-família na Justiça, um astronauta cuidando da Terra plana… Tamos bem de ditadura, hein?”, escreveu ele no Twitter.

Ativistas movimento negroAtivistas “ocupam” Fundação Palmares contra indicação de Camargo para presidir o órgão

Integrantes ligadas ao movimento negro realizaram um protesto na Fundação Palmares, em Brasília, contra a indicação de Sérgio Nascimento de Camargo para ocupar a presidência do órgão, que é responsável por promover a cultura de raiz africana pelo combate ao racismo. Camargo, que é negro, diz ser “de direita, contrário ao vitimismo e ao politicamente correto”, além de ter afirmado que o movimento negro precisa ser “extinto”. A nomeação de Sérgio Nascimento de Camargo foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última quarta-feira (27).

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