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China e EUA anunciam avanços importantes em vacinas contra novo Covid’19 e remédios estão sendo testadas.

Na China, testes devem iniciar em abril. Nos EUA, na cidade de Seattle, alguns voluntários já estão sendo vacinados.

Na última terça-feira (17), o Ministério da Defesa chinês confirmou por meio de um comunicado que seu primeiro protótipo da vacina contra o novo coronavírus (Covid-2019) está pronto para testes clínicos em humanos.   No comunicado, o ministério afirma que a possível vacina foi desenvolvida em uma parceria público privada entre a CanSino Biologics, uma empresa chinesa do setor de biotecnologia e a Academia Militar de Ciências Médicas do país.   O Dr. Chen Wei é o virologista que lidera o time do Instituto de Bioengenharia da Academia de Ciências Médicas Militares responsável pelo projeto.

“O vírus é implacável, mas acreditamos em milagres”, disse Chen à mídia local. “A epidemia é uma situação militar e a área da epidemia é o campo de batalha”. Ainda de acordo com o virologista, a vacina segue “padrões internacionais e regulamentos locais” e está será testada para avaliar a “produção em larga escala, segura e eficaz”. Os responsáveis pelo projeto agora buscam voluntários para realizar os primeiros testes em seres humanos. Porém, ainda que os testes sejam sucedidos, a vacina só estaria pronta para ser comercializada e distribuída em larga escala em torno de 12 meses. A equipe de Chen trabalha na desenvolvimento dessa vacina desde o fim de janeiro. O Dr. Chen é um nome conhecido na área de infectologia no país. O médico foi o responsável pelo desenvolvimento de um spray nasal que ajudou a proteger os profissionais de saúde contra outra doença causada pela família do coronavírus, a síndrome respiratória aguda grave (SARS) em 2003.

Nos EUA, o Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês), juntamente com a Moderna Therapeutics, uma empresa de biotecnologia americana, desenvolveram uma vacina. Na última segunda-feira (16), o NIH anunciou que os primeiros testes já estão sendo realizados em humanos.

Assim como no caso da vacina chinesa, se os testes em humanos forem bem sucedidos, a imunização geral para o público só deve acontecer em 12 meses após a análise dos resultados dos testes em voluntários.

Segundo o órgão de saúde americano, o teste acontecerá, primeiramente, em Seattle, no estado de Washington, uma das regiões do país mais afetadas pelo vírus. A princípio, a vacina será aplicada em 45 pessoas saudáveis que tenham entre 18 e 55 anos. Os voluntários devem receber duas doses, sendo a segunda 28 dias depois da primeira.

No Brasil, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) tomaram a dianteira na confecção de uma vacina nacional. Os testes ainda não foram feitos em animais ou humanos, mas a expectativa é de que aconteça dentro de alguns meses.

Diferentemente da técnica utilizada para confeccionar a vacina americana, no Brasil, o processo de desenvolvimento se dá a partir da criação de uma partícula semelhante ao novo coronavírus, técnica chamada de VLP (virus-like particle, em inglês), que, na verdade, é como se fosse um vírus oco, sem o material genético e, portanto, sem a transmissibilidade da doença, o que torna seguro o uso em vacinas.

Os Estados Unidos aprovaram o uso da hidroxi|cloroquina para uso no tratamento do Covid’19

Resultado de imagem para hidroxicloroquina

| Além de ter um efeito antiviral direto, a hidroxicloroquina suprime a produção e liberação de proteínas envolvidas nas complicações |

um medicamento usado no tratamento da malária, para tratar o novo coronavírus, disse nesta quinta-feira o presidente americano.”Já passou pelo processo de aprovação, foi aprovado. Reduziram muito o tempo, muitos meses. Poderemos disponibilizar esse medicamento mediante receita médica”.  as drogas hidroxicloroquina e remdesivir podem ter bons resultados contra o coronavírus,

Cloroquina e remdesivir. Esses são os medicamentos que, segundo estudos científicos, podem ser eficazes no combate ao novo coronavírus.

A cloroquina, também chamada de hidroxicloroquina, é a mais promissora. O remédio é usado para o tratamento da malária desde os anos 1930, mas também já foi usado para combater doenças como artrite reumatoide e lúpus.

O remédio chegou a ser substituído por outros recentemente porque o protozoário parasita plasmodium falciparum, causador da malária, tornou-se resistente à sua ação. A cloroquina podia ser usada para prevenir ou combater a malária.

O medicamento já se mostrara anteriormente eficaz contra a Sars, uma doença respiratória aguda que surgiu na China em 2002 e pertence ao grupo coronavírus, assim como o vírus causador da atual pandemia de Covid-19.

Outro medicamento que tem se mostrado promissor contra o novo coronavírus é o remdesivir. Porém, por ser um medicamento experimental, não se espera que ele esteja amplamente disponível para o tratamento de um grande número de pessoas tão cedo quanto a cloroquina. A farmacêutica americana Gilead detém a patente do remdesivir.

Os medicamentos anti-virais lopinavir e favipiravir chegaram a ser considerados como drogas em potencial para tratar a Covid-19, mas um estudo divulgado na noite de ontem mostrou que elas são ineficazes. Com isso, os esforços dos cientistas de todo o mundo agora se voltam à cloroquina.

Um pesquisador da Escola de Medicina da Universidade de Stanford anunciou nesta quinta que obteve 100% de sucesso nos testes da combinação da hidroxicloroquina (um derivado da cloroquina) com azitromicina (antiinflamatório). 

De acordo com o pesquisador Gregory Rigano, os 40 pacientes infectados com o vírus deixaram de apresentar infecção depois de seis dias. O estudo ainda não foi publicado.

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