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Normal é não ser vaiado na própria casa e não o contrário

Coluna Fogo Cruzado – 22 de maio

Humberto Costa poderia realizar um ato “pró aliança” para se contrapor a Marília Arraes

O senador Humberto Costa achou “normal” as vaias de que foi alvo, domingo passado, no Clube Internacional do Recife, ao ter seu nome citado por um membro da direção nacional do PT num ato político em que se defendia a candidatura da vereadora Marília Arraes ao governo estadual e a liberdade para o ex-presidente Lula, ora encarcerado em Curitiba. Evidente que não foi “normal” a mais importante liderança regional do PT ser vaiada por seus próprios correligionários, num ambiente predominantemente petista, por estar insistindo numa tese que é reprovada pela maioria esmagadora do partido: aliança com o PSB para apoiar a reeleição do governador Paulo Câmara. Essa reprovação se dá, e o senador disto tem conhecimento, por razões eminentemente políticas. A maioria do PT se nega a fazer aliança com o PSB, que os próprios petistas chamam de “golpista”, por ele ter apoiado o impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Se o senador tem dúvidas sobre o que deseja o seu partido, poderia promover um ato “pró aliança”, no mesmo local, pois só assim saberíamos todos em que direção o PT deseja caminhar. Pelos atos realizados até agora, está clara a supremacia da corrente “pró chapa própria”, sem que isto signifique que a candidatura de Marília já está consolidada, porque as alianças nos estados serão definidas pela direção nacional. Significa que a base social petista não apoiará a reeleição do governador Paulo Câmara “nem com reza braba”, parodiando o que disse a senadora Gleisi Hoffmmann sobre o ex-ministro Ciro Gomes.

Lembrai-vos de 2014!

Coube ao prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), principal cabo eleitoral de Marília Arraes (PT) no interior, contrapor-se a Humberto Costa, que defende aliança do PT com o PSB com receio de que seu partido “caia no isolamento”. Em 2014, lembra Duque, o senador pregou a aliança PT-PTB, com esse mesmo argumento, “e nós ficamos sem nenhum deputado federal”.

Novo fracasso – O MDB chegou duas vezes à Presidência da República pela porta de travessa: 1º com Sarney (após a morte de Tancredo) e depois com Temer (após o impeachment de Dilma). Nas duas vezes que lançou candidato (Ulysses em 1989 e Quércia em 1994) teve menos de 5% dos votos. Se hoje lançar Henrique Meirelles, com apoio de Temer, corre o mesmo risco.

Nome limpo – Daniel Coelho (PPS) é um dos mais ardorosos defensores da candidatura Armando Monteiro (PTB) ao governo estadual alegando tratar-se de um político sério, honrado, e sem nenhum envolvimento com a Lava Jato. Tentar enquadrá-lo como “aliado de Temer” não cola, diz o deputado, “porque ele foi ministro de Dilma e votou contra o impeachment”.

A mistura –Setores da Frente Popular tentam dividir os palanques da eleição estadual em duas categorias: os “contra Temer” e os “a favor de Temer”, mas dificilmente isso vai colar. “Contra Temer” e a “favor de Temer” há nos palanques de Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB), por isso não será fácil “nacionalizar” a eleição.

Capacitação – Em parceria com o TRE, a Escola do Legislativo, que tem como diretor o ex-deputado Sebastião Rufino, promoverá hoje em seu auditório um curso sobre as novas regras eleitorais. Vai das 8h às 17h. O público alvo são parlamentares e assessores legislativos.

Equidistância – O deputado Sílvio Costa (Avante) reafirmou ontem no Recife que será candidato a senador na chapa do PTB ou fora dela. Até agora mantém-se distante de Armando Monteiro e de Marília Arraes, tanto que não foi a nenhum ato do PTB nem do PT.

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