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O Brasil não suporta uma 2ª greve de caminhoneiros

Coluna Fogo Cruzado – 29 de maio de 2018

Atender à pauta dos grevistas pode ter sido ruim para as contas públicas, mas não atendê-la seria pior

O presidente Michel Temer foi muito criticado por economistas por ter atendido 90% da pauta dos caminhoneiros. Esse “excesso de benevolência”, dizem os seus críticos, representará um rombo de 10 bilhões no Orçamento Geral da União, já que o governo se comprometeu a pagar à Petrobrás aquilo que ela deixará de faturar com a redução do preço do diesel até o final do ano. Todo mundo sabe que Temer é um governante fraco e cercado de vulnerabilidades por todos os lados. Mas para pôr fim a uma greve que causou transtornos à nação inteira, não lhe restava outro caminho senão atender à pauta dos grevistas. Simplesmente criticá-lo por ter cedido à pressão dos caminhoneiros é um falso debate. Pois ou o presidente faria isto ou corria o risco de ser derrubado pelo povo nas ruas. Lembre-se que quando ele apareceu na TV, domingo à noite, para anunciar o acordo com os grevistas, foi alvo de “panelaço” em várias cidades, imagine se o acordo não tivesse sido feito. Atender à pauta dos grevistas pode até ter sido ruim para as contas públicas, mas não atendê-la poderia ser pior. O fato é que o Brasil nunca tinha passado por uma greve dessa dimensão, que o privou de praticamente todos os tipos de serviços. Fica portanto comprovado que o país não suportará uma segunda greve de caminhoneiros. Os transtornos à população e os prejuízos causados à economia são muito altos para serem suportados.

Retorno ameaçado

O simples fato de estar defendendo uma aliança do PT com a Frente Popular deixou o senador Humberto Costa fragilizado em seu partido, até para ser candidato a deputado federal. O seu caminho político está decidido: ou se candidata à reeleição na chapa do governador Paulo Câmara, ou não se candidata a nada. Tentar a Câmara Federal seria uma jogada de alto risco.

Ficha limpa – A greve dos caminhoneiros ofuscou totalmente o pré-lançamento da candidatura de Lula à sucessão de Temer, que se realizou domingo em algumas capitais. O PT sabe que ele não será candidato por causa da “Lei da Ficha Limpa”, mas se recusa a discutir o “plano b”.

Viva ela! – Com poucos candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, o PSDB-PE está feliz com candidatura de Alessandra Vieira a deputada estadual. Ela, que é casada com o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Édson Vieira, acaba de receber o apoio do prefeito do Brejo Hilário Paulo (PSB).

Me ajude! – O prefeito de Águas Belas, Luiz Aroldo (PT), fez um apelo ontem ao Governo do Estado para disponibilizar escolta policial a fim de acompanhar o transporte de combustíveis de Suape até sua cidade, que está com os serviços básicos comprometidos. Ele obteve uma liminar na justiça, garantindo o fornecimento, mas o 3º BPM diz não ter pessoal para fazer a escolta.

Pé no Sertão – O empresário e candidato a deputado federal, Guilherme Uchoa Junior (PSC), acaba de colocar um pé no Sertão do Pajeú. Será apoiado em São José do Egito pelo ex-prefeito Romério Guimarães (PT), que era aliado político de Kaio Maniçoba (ex-MDB).

E agora? – O PSL de Bolsonaro vive em Pernambuco uma situação inusitada. Seu presidente nacional Gustavo Bebiano (Luciano Bivar está licenciado) diz não ter compromisso com a candidatura do coronel Luiz Meira (PRP) ao governo estadual, apesar de o militar ter dito que foi o próprio Bolsonaro que o convidou para ser candidato.

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