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“Privatizar o SUS” é assunto mais comentado nas redes e internautas chamam governo de “genocida”

Após Jair Bolsonaro sinalizar nesta terça-feira (27) a entrega para a iniciativa privada da gestão da atenção primária à saúde, o que inclui as Unidades Básicas, do Sistema Único de Saúde (SUS), internautas reagiram e chamaram o governo de genocida. A medida foi recebida com críticas pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), por representar uma ameaça à universalidade do atendimento à saúde, prevista na Constituição./ Deputados do PT e do PCdoB protocolaram um Projeto de Decreto Legislativo (PDL), para suspender o decreto assinado por Jair Bolsonaro que abre caminho para a privatização de unidades básicas de saúde (UBS)/Até o deputado Junior Bozzella, do PSL-SP, ex-partido de Jair Bolsonaro e atual sigla de Eduardo Bolsonaro (SP), disse que, ao fomentar a privatização das unidades básicas de saúde (UBSs), o governo federal quer “apunhalar mais de 150 milhões de brasileiros pelas costas na hora em que mais precisam”. / O jornalista Bernardo Mello Franco afirma, em sua coluna no jornal O Globo, que “o ensaio de privatização do SUS resumiu, em um episódio, quatro características do governo Bolsonaro: insensibilidade social, autoritarismo, falta de transparência, voracidade para fazer negócios”. Segundo ele, o decreto de Jair Bolsonaro abriu “uma porta bilionária para a privatização das unidades básicas de saúde, que atendem até 80% dos problemas dos brasileiros.

“A Constituição define a saúde como “direito de todos e dever do Estado”. Com a canetada de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, o sistema público, universal e gratuito seria rifado a operadores privados. A experiência com as organizações sociais (OSs) dá uma ideia de onde isso poderia parar. No Rio, o modelo produziu escândalos de corrupção, precarização de serviços e calotes em servidores”, observa Mello Franco.

O jornalista destaca que “para os empresários da saúde, a privatização seria uma mina de ouro. Além de lucrar com o atendimento, eles receberiam informações coletadas desde o nascimento dos pacientes. Um fabuloso banco de dados para impulsionar novos e velhos negócios.

“Num país em que 71,5% da população não conseguem pagar um plano de saúde, as UBSs garantem consultas, exames, remédios e vacinas de graça. Privatizá-las significaria quebrar a espinha do SUS. Apesar de todas as dificuldades, o sistema reafirmou sua importância no combate à pandemia. Isso explica a pressão que obrigou Bolsonaro a revogar o decreto no mesmo dia em que o publicou”, avalia.

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