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Lula está no 2º turno em 2022 e Bolsonaro vai disputar outra vaga com o ‘centro’, avalia cientista político

Para Márcio Coimbra, diretor-executivo do Interlegis no Senado, Lula parte de um piso de 29% dos votos no 1º turno, o mesmo alcançado por Fernando Haddad em 2018. “A eleição, certamente, tem um candidato no segundo turno que é o Lula”

Após retomar seus direitos políticos e provocar uma completa mudança no panorama político do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é dado como presença garantida no segundo turno das eleições presidenciais de 2022, caso mantenha sua elegibilidade até lá.  A avaliação é do cientista político Márcio Coimbra, diretor-executivo do Interlegis no Senado e coordenador da pós-graduação em Relações Institucionais e Governamentais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília.   “A segunda vaga [para o 2º turno] será disputada entre Bolsonaro e um candidato de centro. Bolsonaro deve ter 20% dos votos, porque ele perdeu quatro grupos importantes: os lava-jatistas, os liberais, os anti-petistas e os conservadores”, afirmou Coimbra à revista Carta Capital.  Para Márcio Coimbra, Lula parte de um piso de 29% dos votos no 1º turno, o mesmo alcançado por Fernando Haddad em 2018. “A eleição, certamente, tem um candidato no segundo turno que é o Lula. Temos que considerar que o lulismo é um fenômeno maior que o petismo e que não vai ter onda Bolsonaro, nem Lava Jato. O Lula vai ter de 29% para mais”, afirmou.Para ele, “somadas [as intenções de voto em] Moro, Huck, Doria e Leite se tem os mesmos 20% do Bolsonaro. Caso haja uma união de centro, há a possibilidade de tirar o presidente do segundo turno”, apontou.

No dia 31 de março, um manifesto assinado pelos governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), pelos ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Luiz Henrique Mandetta (DEM), mais o apresentador Luciano Huck e o ex-presidenciável João Amoedo (Novo) afirma que a democracia brasileira está ameaçada.  De acordo com o manifesto, “exemplos não faltam para nos mostrar que o autoritarismo pode emergir das sombras, sempre que as sociedades se descuidam e silenciam na defesa dos valores democráticos”.