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Pesquisa XP comprova que Lula é o nome para derrotar Bolsonaro

As pesquisas confirmam que, para derrotar Bolsonaro em 2022, é preciso apostar na candidatura Lula. Desta forma, uma terceira via não é viável para derrotar o bolsonarismo.

De novo nos braços do povo, Lula avisa: “estou com mais coragem de lutar” | Partido dos Trabalhadores

 O ex-presidente Lula é o melhor nome para vencer Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira, 5. Enquanto o petista subiu 4 pontos percentuais, indo de 25% para 29%, Bolsonaro foi de 27% para 28%, na simulação do 1º turno das eleições. Já no segundo turno, Lula é o único que vence Bolsonaro, com 42% contra 38%. Ciro Gomes, que aparece como terceira via para um setor dos golpistas, aparece empatado com o líder da extrema-direita brasileira em 38%. O ex-juiz da Lava Jato de Curitiba, Sergio Moro, também empata em 30%, e Guilherme Boulos (PSOL) perde com 30% contra 38% de Bolsonaro. Desta forma, Lula é o único que vence Bolsonaro e, assim, a pesquisa comprova que o ex-presidente é o melhor nome para barrar o bolsonarismo em 2022. Esse fato já havia sido levantado pela pesquisa Fórum em parceria com a Offerwise. A pesquisa divulgada em 17 de março, mostrou que, se a eleição fosse hoje, o ex-presidente venceria Bolsonaro no segundo turno e ficaria à frente já no primeiro. Num eventual segundo turno, Lula teria 38% e Bolsonaro 33.8%. Em levantamento, feito entre 15 e 17 de março, a pesquisa DataPoder mostrou que Lula também vence Bolsonaro no segundo turno, com 34% das intenções de votos contra 30%.

Não há terceira via: unificar em torno de Lula

As pesquisas confirmam que, para derrotar Bolsonaro em 2022, é preciso apostar na candidatura Lula. Desta forma, uma terceira via, cogitada por um setor da esquerda e por um setor da direita golpista, não é viável para derrotar o bolsonarismo. Fica claro, então, que é preciso unificar a luta contra Bolsonaro em torno da candidatura de Lula e, através dela, defender um programa para reverter os ataques promovidos pelo golpe de 2016 – do qual Bolsonaro é o resultado e a continuação. Entre outras coisas, a candidatura de Lula permite unificar a luta contra a extrema direita; contra o desmonte das empresas estatais, principalmente a Petrobras (motor econômico do Brasil); contra a carestia; pelo aumento real do salário mínimo; pela vacinação massiva contra Covid-19; pela reversão da PEC do Teto dos Gastos; e assim por diante.

A candidatura de Lula é o ponto central para reunir todas as reivindicações progressistas, democráticas e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Bolsonaro tem 60% de rejeição

A pesquisa desta segunda, da XP Investimentos, também apontou que 60% da população brasileira disse não aprovar a forma como Bolsonaro governa o País. Também, avaliam como ruim ou péssimo o governo 48% da população, quase metade. Como ótimo ou bom avaliam 27% e como regular 24%.Além disso, para 65% da população, a economia brasileira está no caminho errado e, dentre os nomes cotados para a disputa presidencial de 2022, Bolsonaro foi o que mais recebeu opiniões negativas: 46%. Já Lula, foi o que recebeu mais opiniões positivas, com 39% dos entrevistados.  A rejeição a Bolsonaro e o apoio a Lula indicam um terreno fértil para a campanha contra os golpistas.  Lula pode ser eleito presidente do Brasil, se não houver um terceiro golpe de Estado para impedi-lo de se candidatar. A esquerda precisa garantir que o ex-presidente tenha seus direitos garantidos e que não haja uma nova farsa para condená-lo.

80% querem vacina

 Apesar de toda a narrativa de Jair Bolsonaro contra as vacinas contra Covid-19, o número de pessoas que querem se vacinar só cresce, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira (5). A atuação de Bolsonaro para conter o avanço da Covid-19 no país foi avaliada negativamente pela maioria. 60% apontam erro na gestão da pandemia do governo Bolsonaro.

Dos entrevistados, 80% disseram que se vacinarão com certeza, contra 5% que disseram que com certeza não aceitarão serem imunizados. Em janeiro de 2021, apenas 69% diziam ter certeza de que se vacinariam e 11% diziam ter certeza de que não se vacinariam.