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Pode não ser bom candidato mas seria um bom presidente

Coluna Fogo Cruzado – 30 de março de 2018

Dilma Rousseff não quis que Henrique Meirelles fizesse parte do seu governo

Henrique Meirelles se filiará ao MDB na próxima terça-feira para tentar viabilizar-se no partido como seu candidato a presidente da República. Sentar na cadeira de presidente é um sonho antigo do ministro da Fazenda, desde quando voltou ao Brasil, em 2001, após ter sido o primeiro estrangeiro a presidir um banco nos EUA. O projeto começaria em 2002 pelo governo de Goiás, porém por falta de apoio político ele se candidatou a deputado federal pelo PSDB e foi o campeão de votos em seu Estado. Uma vez eleito, Meirelles foi surpreendido por um convite do então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, para assumir a presidência do Banco Central. Ficou no cargo durante 8 anos, tendo sido responsável pelo controle da inflação e pelo equilíbrio fiscal no governo do petista. Dilma Rousseff, sucessora de Lula, não o quis no seu governo porque o considerava “muito conservador”. Michel Temer, sucessor de Dilma, foi buscá-lo na iniciativa privada para ser seu ministro da Fazenda, cargo que ele só aceitaria se tivesse (como teve) o direito de indicar os ocupantes de todos os cargos estratégicos da área econômica. Coube a Meirelles nesses quase 2 anos em que se encontra à frente da pasta manter a inflação abaixo da meta e redirecionar os rumos da economia, que fora totalmente destroçada no governo anterior. Agora, prestes a deixar a pasta, ele se animou para disputar a Presidência da República pelo MDB, partido que nunca obteve êxito em eleições presidenciais. Pode até não ser um bom candidato mas, pela experiência acumulada, seria um bom presidente da República.

Marielle vive!

Raul Jungmann esteve tão popular no RJ como ministro da Defesa que chegou a ter o nome cogitado para disputar o governo estadual. Agora, à frente da pasta da Segurança Pública, é cobrado diariamente pelos cariocas para esclarecer a morte da vereadora Marielle Franco. Se os criminosos forem presos, seu prestígio subirá. Do contrário, terá dificuldade para andar nas ruas.

Boas alianças – O secretário Milton Coelho (Administração) está tentando construir sua candidatura a deputado federal com apoio de líderes da Mata Norte. São principais aliados na região são o prefeito de Timbaúba, Ulisses Felinto (PSDB) e o ex de Paudalho José Pereira (PSB).

O cérebro – Faltando apenas 9 meses para concluir o seu governo, Michel Temer cometerá um grave erro se não convidar a pedagoga Maria Helena Guimarães para substituir Mendonça Filho no Ministério da Educação. Ela é o “cérebro” da pasta e o sucessor natural do atual ministro.

O fico – O deputado federal Severino Ninho vai anunciar na próxima terça-feira que desistiu de sair do PSB, partido ao qual está filiado há 30 anos. Pesou na sua decisão um apelo do governador Paulo Câmara e outro do presidente regional do partido, Sileno Guedes.

Erro de cálculo – Lula cometeu um erro de avaliação ao sair em caravana pelos três estados do Sul, onde seu nome é fortemente rejeitado à sucessão de Michel Temer. Sua assessoria planeja uma nova caravana pelos estados do Centro-Oeste, cujos governadores são todos tucanos.

Além do vale – Após desistir de postular uma vaga na Câmara Federal, optando por disputar um novo mandato de deputado estadual, Lucas Ramos (PSB) estendeu seus redutos para além de Petrolina. Será apoiado em Gravatá pelo prefeito Joaquim Neto (PSDB) e em Jaboatão dos Guararapes pelo ex-vereador Manoel Neco (PDT).

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