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REVISTA MOVIMENTTO | Reconhecimento a Inaldo Sampaio, um homem que pensou sempre à frente

Nenhuma descrição disponível.Se o grande comunicador social, um dos filhos mais ilustres de São José do Egito, estivesse vivo, em 2022 ele estaria completando 67 anos de idade
Em 2019, não só São José do Egito, como todo o estado de Pernambuco, perdeu um dos jornalistas mais brilhantes que já estiveram ligados ao mundo da comunicação. Inaldo Sampaio, falecido aos 64 anos de idade, vitimado por um câncer enraizado no seu corpo, que mais tarde veio a evoluir em um tumor na coluna, sempre foi visto como alguém que vivia e respirava pelo outro.
Casado com Tereza Cristina e pai de dois filhos (a jornalista Ana Karolina e o médico João Marcelo), ele ocupou muito mais que o cargo de pai e esposo.
Formado em Jornalismo pe a Universidade Católica de Pernambuco e em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, Inaldo atuou durante 12 anos no Jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Além disso, por 24 anos, trabalhou no setor de comunicação social do Tribunal de Contas do Estado (TCE), e, em paralelo, era comentarista político da Rádio CBN. Também assinou uma coluna no Diario de Pernambuco, somando as suas falas no blog Política com “P” Maiúsculo.
Além da sua paixão pela política e por um jornalismo de qualidade,
demonstrou fascínio também pela música, fundando, na década de 90, a Banda Pinga Fogo, onde tocava saxofone.
Solidário, essa é a palavra que vem na mente daqueles que tiveram o privilégio de o conhecer, não só o advogado e o jornalista que era, mas o ser humano que sempre procurou usar a sua influência para mitigar o sofrimento do outro, nunca em benefício próprio.
Seus feitos não se resumiam a ajudar só pessoas, mas também a sua cidade materna, São José do Egito. Na ocasião, disponibilizou de vários recursos para a construção de uma praça, que leva o nome do seu saudoso pai, Antônio Jorge de Souza.
Veio a receber ainda o título de Embaixador do Pajeú, ao qual sempre se orgulhou muito. Isso porque sempre fazia questão de enaltecer e celebrar a grandiosidade da sua região.
Sempre perpetuou nas suas falas a necessidade de manter um país
democrático e devidamente centrado no rumo da educação, pois seria esta a base para tudo. Com esse propósito, movido pela carência de instrumentos que buscassem fortalecer a base educacional do país, sempre procurou plantar sementes nos lugares certos, como o custeamento de materiais escolares para alunos que não tinham condições de pagar.
Fonte: revista movimentto