Giro pelos Blog’S ( segunda feira 21/12/2020)

Que inveja do Ceará!

Na época dos coronéis cearenses, de César Cals, passando por Adauto Bezerra, Virgílio Távora e Gonzaga Mota, entre os anos 70 e 80, Fortaleza era uma província, Recife já era a capital do Nordeste, independente do poderio econômico de Salvador, movido ao óleo cru do petróleo. O tempo se encarregou da renovação política e administrativa. O grande timoneiro saiu do meio empresarial, um homem já rico, que se fez grande gestor e produziu uma escola de gestão alicerçada do chamado Estado-empresa.

Atende pelo nome de Tasso Jereissati, governou o Ceará com visão empresarial. Acabou com as mamatas. Só de jornalistas, demitiu mais de 200 parasitas que sugavam o erário nem nunca dar um dia de expediente. Cortou na carne, passando a navalha até reduzir despesas de pessoal de 70% para pouco mais de 40%. Pôs fim aos privilégios, criou um plano estratégico, leis específicas para atrair capital privado. O Estado, notadamente a capital Fortaleza, passaram a escrever um novo paradigma.

Nunca mais o Ceará regrediu. Tasso fez escola, elegeu Ciro Gomes, Ciro deu prosseguimento às mudanças e os Gomes nunca mais foram derrotados. Há pouco, cria dos Gomes, o prefeito Roberto Cláudio (PDT) elegeu um poste como sucessor, Sarto Nogueira, que começou a vida pública como vereador, foi eleito deputado estadual e é, atualmente, presidente da Assembleia Legislativa.

Tasso é, hoje, senador da República, Ciro eterno candidato ao Planalto, Roberto Cláudio pinta como sucessor do governador Camilo Santana (PT), em 2022. Essa escola de bons gestores levou Fortaleza, quem diria, a um feito inédito: transformou-se no maior PIB entre as três capitais mais importantes do Nordeste, deixando Salvador para trás e levando Recife à condição de lanterninha, em terceiro lugar.

Os números, por si só, falam mais alto. Nos últimos dois anos, inclusive este crucificado pela pandemia, o Ceará foi porta de entrada para 56.528 negócios, um crescimento de 16,30%, segundo o IBGE. Só este ano, quando a pandemia engessou os negócios, foram constituídos 8.965 novos negócios, contra 7,708 empresas abertas no ano passado. O setor de serviços saltou para 30.149 registros, enquanto foram instaladas 5.502 novas indústrias e 20.877 aberturas de novos comércios.

Na prática, o Ceará teve a maior alta do Brasil na produção industrial. Só em julho passado, ainda em meio à pandemia, gerou 5,7 mil novos empregos. De acordo com o IBGE, o crescimento real da indústria cearense chegou a 354,5%. Ficou acima do Espírito Santo (28,3%), superou a média do Nordeste (17,5%) e bateu até o crescente Amazonas (14,6%). Ainda segundo o IBGE, a alta cearense é reflexo da retomada das atividades econômicas e unidades produtivas após a paralisação da Covid-19.

Diferente do Recife, que na gestão Geraldo Júlio (PSB), o incompetente e falastrão, cresce feito rabo de cavalo, para baixo, Fortaleza se agiganta por políticas públicas bem geridas, por um continuísmo gerencial que deu certo, no Estado e na capital, graças ao tino administrativo de Tasso Jereissati, que teve coragem e elevado espírito público para mudar a face de um Estado, a partir de 1987, que era visto apenas como o eldorado dos coronéis.

Mercado crescente – Secretário do Desenvolvimento Econômico do Ceará, o executivo Maia Júnior constata: “Parece que a fase mais difícil do ponto de vista econômico na pandemia começa a se dissipar. Nos meses de junho e julho, não só o comércio varejista, mas a agricultura e a indústria reagiram, com excelentes resultados”, diz ele, à propósito do segundo mês consecutivo que o Ceará desponta com excelentes resultados na sua recuperação econômica, independente dos baques da pandemia.

Quem puxa – No Ceará, no mês de junho, conforme atesta a pesquisa do IBGE, se destacaram no crescimento econômico os segmentos da confecção, têxtil e calçados, e em julho os serviços turísticos começaram a despontar, o que é natural com a volta do consumo no varejo, o que está ativando a recuperação do estoque da indústria. Se comparada com julho de 2019, a produção industrial cearense teve alta de 2,7%. As maiores altas na variação mensal foram registradas nas atividades de fabricação de produtos alimentícios (36,7%), na metalurgia (26,7%) e na fabricação de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (24%).

Visão estratégica – Para o economista Alex Araújo, Fortaleza bateu Salvador baseada na boa adaptação do município à natural desindustrialização, já que as empresas saíram das capitais e foram para a Região Metropolitana. “Colocamo-nos num patamar superior ao que tinha Salvador, numa posição que é muito mais sustentável para o futuro. Essa posição de liderança deve ser mantida nos próximos anos”, observa. Já o economista Wilton Daher, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef-CE), analisa que os resultados positivos de Fortaleza estão muito relacionados a uma série de governos desenvolvimentistas que, mesmo representando diferentes visões políticas, criaram políticas de Estado que possibilitaram um desenvolvimento de longo prazo.

Fala do prefeito – Desde o início da série histórica, o crescimento de Fortaleza se mostra constante. Isso fez com que a Cidade saltasse de terceiro maior PIB do Nordeste, em 2002, superando Recife em 2003, e, a partir de 2014, aproximando-se de Salvador, até ultrapassar em 2018. Sobre o dado, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, comemorou dizendo que os números divulgados são resultado do trabalho e do suor de cada fortalezense, da coragem empreendedora do empresariado e do conjunto de estímulos, incentivos e investimentos públicos diretos realizados na economia. O gestor municipal ainda diz que a Cidade se consolida no cenário nacional e até continental pelo recente crescimento socioeconômico.

CURTAS

OUTRO MUNDO – Além de Fortaleza, outras cidades do Ceará ganharam destaque no levantamento do IBGE. No cenário regional, Maracanaú se tornou o 14º maior PIB e Caucaia o 29º. Puxado pelo desenvolvimento do complexo do Porto de Pecém, São Gonçalo do Amarante ficou entre os 100 maiores municípios em PIB per capita do País, com R$ 87.086 mil, quase o dobro da segunda maior no Ceará, Eusébio (R$ 46.830 mil).

QUE DIFERENÇA! – Somente entre 2017 e 2018, o PIB fortalezense cresceu 8,8%, de R$ 61,592 bilhões para os R$ 67,024 bilhões. Já a capital baiana teve resultado bem mais tímido, saindo de R$ 62,823 bilhões para R$ 63,526 bilhões, alta de apenas 1,1% no período. Mais atrás, Recife fechou 2018 produzindo R$ 52,4 bilhões em riquezas.

Perguntar não ofende: João Campos vai pegar em bomba com a herança maldita de Geraldo Júlio?

Coluna do FinFa 

Confirmados – Uma fonte tabirense em conversa com este blogueiro, informou que a prefeita eleita Nicinha, está montando seu secretariado e que a Drª Dra. Catarina Arthemis (foto), será a Secretária de Administração, Wilton Confecções, secretário de Cultura e Drª Rayanne Cipriano a Procuradora Municipal.

 

Ingazeira – Dentro da programação de emancipação política da cidade Mãe do Pajeú, Ingazeira-PE no dia deontem (20), o prefeito Lino Morais, inaugurou o busto José Pereira de Morais, visitou as obras da Creche Municipal  e ainda teve a entrega oficial de novos veículos.

Recebeu – O Superintendente da Funasa em Pernambuco, Francisco Papaléo, recebeu o prefeito reeleito da cidade de Custódia-PE, Emmanauel Fernandes (Manuca de Zé do Povo). Ações de saúde ambiental foi a pauta da reunião. Manuca também tratou de ações da Funasa no Pajeú, já que é o presidente do Cimpajeú.

Destituiu – O novo presidente estadual do PTB Pernambuco, Coronel Meira, em seu primeito ato oficial, destituiu, todo diretório municipal de Belo Jardim-PE e abriu processo disciplinar contra o atual prefeito da cidade, Francisco Hélio de Melo Santos, o Hélio dos Terrenos, aliado do ex-senador Armando Monteiro.

Você sabia – Que existe uma emissora de Rádio no Sertão do Pajeú, que após as eleições, serviu para algumas pessoas irem chorar ao vivo.

Reforma – O prefeito eleito do Recife, João Campos, está atento a nova reforma administrativa (organograma) da sua gestão. Em contato com um parlamentar pernambucano, ele afirmou que João deverá mudar alguns nomes de secretarias, como também ele deverá reduzir em 10% os cargos nas referidas.

Perguntar não ofende – Até quando iremos conviver com as injustiças dos Tribunais Superiores?

 

 

Coluna da Folha / Edmar  Lyra

O desafio de Miguel Coelho de estadualizar seu nome em 2022

Pré-candidato a governador de Pernambuco em 2022, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), obteve a maior votação proporcional do estado entre os municípios com mais de 200 mil eleitores, os números o credenciaram para almejar o Palácio do Campo das Princesas.

Miguel governa um município próspero que beira o pleno emprego e possui diversos indicadores sociais extremamente positivos, porém o que acontece em Petrolina não é necessariamente reconhecido por todo o estado de Pernambuco, além disso o sertão do São Francisco é um colégio eleitoral relativamente pequeno, com menos de 7% do eleitorado do estado. Se considerarmos todo o sertão, incluindo Pajeú, Moxotó, Itaparica e São Francisco, são apenas 18% do eleitorado, o que evidencia o grande desafio de um candidato se tornar competitivo.

Miguel Coelho tem know-how para almejar o Palácio do Campo das Princesas, uma vez que tem currículo e envergadura para o posto, porém será necessário tornar seu nome conhecido pelo eleitorado pernambucano para chegar com chances de suceder Paulo Câmara em 2022. Além disso, outro desafio será convencer o seu partido, o MDB, e toda a oposição a bancar seu projeto, tarefa que necessita muita articulação e jogo de cintura ao longo de 2021.

Unidade para 2022? – Após a aproximação do Podemos e Republicanos no Congresso Nacional e em vários estados do Brasil, os deputados federais Ricardo Teobaldo e Silvio Costa Filho estão trabalhando pelo fortalecimento da parceria em Pernambuco. Os grupos políticos dos parlamentares tiveram um ótimo desempenho nas eleições municipais e somam mais de 30 prefeitos no Estado, além de um amplo número de vereadores e do apoio de ex-prefeitos em várias regiões. Os parlamentares, que têm uma relação de amizade, estão juntos, trabalhando para levar um conjunto de ações para os municípios de Pernambuco.

Inteligência – A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), oficiou a Procuradoria Geral da República (PGR) para que investigue notícia de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria produzido relatórios de inteligência a fim de auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Repúblicanos-RJ) em investigações criminais em curso. Flávio é filho do presidente Bolsonaro.

Cacique – O relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Sérgio Banhos, negou o recurso apresentado pelo cacique Marquinhos Xucuru (Republicanos), que venceu as eleições em Pesqueira. O ministro Tarcisio Vieira pediu destaque do caso, o que retirou o recurso da pauta de julgamento. Uma nova data para prosseguimento do processo será determinada pelo TSE, a partir de fevereiro. Para assumir, o cacique terá que tentar uma liminar durante o recesso do TSE, que começou sábado (20) e irá até 31 de janeiro.

Férias – Quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) informaram o presidente da Corte, Luiz Fux, que não vão folgar no recesso judiciário das próximas semanas. Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes vão continuar despachando. Isso esvazia os poderes do presidente do STF, que tradicionalmente seria o responsável pela análise dos casos urgentes na ausência dos relatores.

Inocente quer saber – Ricardo Teobaldo levará o Podemos para a Frente Popular?

COLUNA DO ITAMAR FRANÇA

CRESCE A EXPECTATIVA – Desde a escolha dos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores para os próximos quatros anos, as atenções nos municípios estão voltadas para as eleições das câmaras e também para a montagem das novas equipes de governo. Em Afogados da Ingazeira, o prefeito eleito Sandrinho Palmeira (PSB) ainda não anunciou nenhum nome do seu secretariado. Sem dar nenhuma pista sobre o assunto, Palmeira garantiu que haverá mudança na composição. Sempre reservado, traça os passos seguintes com cautela. Averso a atos impulsivos, algo característico do seu padrinho político, o prefeito José Patriota, Sandrinho espera o momento ideal para dar início a essa reformulação administrativa, que, diferente do que alguns hipoteticamente podem supor, não será feita sob pressão e nem sofrerá interferências. O time será escalado, do goleiro ao centroavante, pelo próprio prefeito, obviamente que acatando uma ou outra sugestão.

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NÃO FOSSE A COVID -19… – Se não tivesse sido acometida da Covid-19 durante a campanha eleitoral, a Agente Comunitária de Saúde, Maria Auxiliadora poderia ter registrado um desempenho bem melhor nas urnas. Ela concorreu o legislativo pelo PDT, contraiu Coronavírus e após ter sido transferida de Afogados para o Hospital de Campanha em Serra Talhada, ficou fora do processo eleitoral justamente nos últimos dias, bem no quente da campanha. Ainda assim obteve 427 votos. César Tenório, companheiro de partido se elegeu com 488 votos. Outro fator que implicou na derrota de Auxiliadora foi o anúncio da desistência do apoio político do advogado Steno Diniz Ferraz, maior entusiasta do projeto da pedetista…

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FRACASSARAM NAS URNAS – Os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostram pouco desempenho nas urnas de sindicalistas. Em Afogados da Ingazeira, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais – STRJoão Alves (PDT) que disputou o legislativo não conseguiu se eleger. Apesar de uma gama serviços prestados ao município, na área urbana e rural, João do Sindicato não foi reconhecido nas urnas. Ele obteve 380 votos. João é esposo da ex-vereadora Joana Darc, atual Secretária de Assistência Social. Já a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura – SINTRAF, Micaele Ferreira que disputou a eleição pelo MDB teve apenas 30 votos. Em Santa Terezinha, o sindicalista Damiãozinho da Saúde foi candidato a prefeito pelo PV, obteve 183 votos. Em Iguaracy, Josenildo e João Góes bem que tentaram vaga na Câmara, mas não conseguiram se eleger. Juntos, os sindicalistas somaram 50 votos, sendo 17 de Josenildo e 33 de João…

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MILITARES – As eleições 2020 no interior do estado não premiaram candidatos da saúde; militares, policiais e religiosos. Pelo menos na região, o resultado não se traduziu numa vitória para os candidatos militares. Apenas um policial militar da ativa se elegeu nas 17 cidades do Pajeú: Carlos Alexandre de Souza, cujo nome de guerra é Alexandre Souza, lotado no 23º BPM/3ºCPM foi eleito com 395 votos em Santa Terezinha. Major Costa Brito, Serra Talhada, Lisboa Lima, Carnaíba, Sargento Onofre, em Serra Talhada, Sargento Freitas e Sargento Tiburtino, São José do Belmonte. Na disputa pelo executivo municipal, o Cabo da Polícia Militar, Felipe de Nael (PTB), lotado no 14º BPM, sediado em Serra Talhada perdeu a eleição para Irlando Parabólicas (PP).

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COMUNICADORES E RELIGIOSOS – Os profissionais do rádio também não foram premiados pelas urnas. Afogados da Ingazeira, Dionneys Rodrigues, São José do Egito, Miguel Júnior, Serra Talhada, Jô Alves. Em Flores, o comunicador Alberto Ribeiro (In memoriam) foi eleito, mas vitimado pela Covid-19 e não chegou a ser diplomado. Os religiosos também não foram agraciados. Não se elegeram: Afogados, Pastior Bruno, Irmã Cilene, Cleide França, Wellingtoin Júnior, Tabira, Irmão Oberto, Stefani de Júnior, Iguaracy Pastor Valmir, São José do Egito Irmão Davi, Tuparetama, Bispa Zuleide, Triunfo, Irmão Luiz, dentre outros.

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DE FORA – A renovação nas Câmaras municipais, em 2020 foi acima de 35% na região do Pajeú. Vereadores veteranos e ex-vereadores experientes na política não conseguiram se eleger. São os casos, por exemplo, de Augusto Martins, em Afogados da Ingazeira, Marcílio Pires, Tabira, Simão do Ônibus, em Iguaracy, Doido de Zé Vicente, em São José do Egito, Vital Cordeiro, em Triunfo, Paulo Melo, Nailson Gomes, Pessival, Antonio de Antenor e Vera Gama, em Serra talhada, Nanau, em Santa Cruz da Baixa Verde, Anchieta Crente, em Carnaíba, Chico Paraíba, em Flores e Antonio Julião(Pezão), em Quixaba.

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SÒ MI MI MI – Vamos deixar de conversa BESTA e MIMIMI. Esse negócio de judicialização de candidaturas de prefeitos eleitos como lá em Tuparetama, Sávio Torres, Cacique Marquinhos em Pesqueira e o empresário Wellington da LW na cidade de Arcoverde, não passa de leriado. Os três foram eleitos e dois deles já foram diplomados. Todos vão sentar na cadeira do executivo durante quatro anos e C’est Fini.

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22 PREFEITOS – Num intervalo inferior a uma semana, quatro prefeitos de três estados morreram vítimas do novo Coronavírus. Desde o início da pandemia, já são ao menos 22 pessoas no exercício do principal cargo nas cidades brasileiras que perderam a vida devido a complicações da Covid-19. O óbito mais recente foi o de Humberto Pessatti, o Betão, 56 (MDB), prefeito de Rio do Oeste (SC), que morreu na terça-feira (15) faltando 16 dias para o término de seus oito anos de mandato. As mortes dos titulares provocaram substituição às pressas do candidato às eleições, a posse de uma viúva –que era vice-prefeita– para completar o mandato e até mesmo um prefeito que tentou a reeleição enquanto estava internado para se tratar da doença, entre outras particularidades.