

Após a pandemia do Covid-19, o Galo da Travessa está voltando e tem tradição desde 2005.
Com objetivo de reviver antigos carnavais de rua, ajudando a manter a tradição e contrabalançando o predomínio dos grupos de axé-music da Bahia, um grupo de amigos, resolveu criar, em dezembro de 2005, o Club do Galo da Travessa. O nome surgiu porque O Galo deveria sair no sábado, sempre uma semana antes do Carnaval, Travessa a razão é que começou na rua do Sheko’s Bar, um tradicional reduto de sociedade e pingunços da Capital da Poesia.
Seu primeiro desfile ocorreu no sábado, em fevereiro de 2006, às 5h da tarde, reunindo cerca de 200 foliões fantasiados com máscaras e roupas coloridas.
O Galo desfilou apenas na travessa do bar de Sheko’s.
De um pequeno grupo de foliões, o Galo da Travessa passou a arrastar hoje cerca de 10 mil de pessoas pelas ruas da cidade sendo, por isso, considerado, o maior bloco carnavalesco do Pajeú. Contando com foliões mascarados e fantasiados com muita criatividade, muitos deles em grupos, carro alegórico, incluindo um abre-alas, o trio elétrico NAJA, o Galo tem como ritmo predominante o frevo. São também tocadas pelos trio elétrico e no Palco principal tradicionais marchas carnavalescas como, Oh, abre alas, Jardineira, Mamãe, eu quero, O teu cabelo não nega, além da participação de artistas e bandas.

O Galo da Travessa de 2023 se concentrará a partir das 5h da tarde no Posto São José, na entrada de São José do Egito, sentido de quem vem de Brejinho/Itapetim e sai depois das 19h em direção à rua da Baixa.